Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 12 de setembro de 2016. Atualizado às 08h18.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Mercado Financeiro

Bolsa de Tóquio acompanha tombo nos EUA e fecha em forte baixa

A Bolsa de Tóquio fechou em forte baixa nesta segunda-feira (12), após o aumento da especulação sobre uma possível elevação de juros nos EUA levar os mercados acionários de Nova Iorque a sofrer um tombo de mais de 2% na última sexta-feira.

O Nikkei, que reúne as ações mais negociadas na capital japonesa, caiu 1,73%, encerrando o dia a 16.672,92 pontos, depois de registrar leve valorização de 0,24% na semana passada.

A especulação sobre a perspectiva da política monetária nos EUA ganhou força após o presidente da distrital do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) em Boston, Eric Rosengren, discutir os riscos de se esperar muito mais tempo para elevar juros, à medida que o mercado de trabalho norte-americano desacelera. O Fed tem reunião nos próximos dias 20 e 21 para revisar juros.

A liquidação na bolsa japonesa atingiu vários setores. Os destaques de baixa incluíram a empresa de recrutamento de pessoal Recruit Holdings (-5,78%), a fabricante de componentes eletrônicos Murata Manufacturing (-3,83%) e a siderúrgica Nippon Steel & Sumitomo Metal Corp. (-3,79%).

Por outro lado, a possibilidade de juros mais altos nos EUA impulsionou papéis de seguradoras japonesas, muitas das quais têm transferido investimentos para o exterior em busca de maiores rendimentos. A Dai-ichi Life Insurance, por exemplo, subiu 2,3%, enquanto a T&D Holdings avançou 2,1%.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia