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Porto Alegre, sexta-feira, 09 de setembro de 2016. Atualizado às 17h09.

Jornal do Comércio

Economia

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bancos

09/09/2016 - 16h10min. Alterada em 09/09 às 17h13min

Bancários rejeitam nova proposta e greve continua no País

Comando Nacional dos Bancários rejeitou a nova proposição em reunião nesta sexta-feira

Comando Nacional dos Bancários rejeitou a nova proposição em reunião nesta sexta-feira


Contraf-CUT/Divulgação/JC
No quarto dia de greve dos bancários, completado nesta sexta-feira (9), as instituições financeiras melhoraram a proposta de reajuste salarial aos trabalhadores para 7% mais abono de R$ 3,3 mil. A proposta anterior era de reajuste de 6,5% e abono de R$ 3 mil.
O Comando Nacional dos Bancários, contudo, rejeitou a nova proposição já na reunião entre os sindicalistas e os bancos, na sede a Fenaban, federação dos bancos, em São Paulo, e a greve continua por tempo indeterminado. Segundo nota divulgada pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, os trabalhadores consideraram o valor apresentado pela Fenaban "insuficiente".
Uma nova reunião da Fenaban com o Comando Nacional dos Bancários, em São Paulo, está marcada para a próxima terça-feira (13), às 14h, e uma assembleia do SindBancários ocorre na segunda-feira, às 15h, para organizar as mobilizações. Em 2015, a greve durou 21 dias e a primeira melhoria de proposta dos bancos ocorreu só no 13º dia de paralisação.
Ao todo, são cerca de 260 agências fechadas em Porto Alegre e Região Metropolitana, segundo o Sindbancários. No Estado, o total de agências fechadas chegou a 600, e no País, em 7.359.
Em nota, a Fenaban defendeu a proposta apresentada hoje: "O valor fixado para o abono está 10% acima da proposta inicial apresentada no dia 29 de agosto e, somado ao reajuste no salário, superior à inflação prevista para os próximos doze meses, representa um ganho expressivo para a maioria dos bancários", disse a federação em nota.
Mesmo com a melhoria, porém, a proposta é bem inferior aos 14,78% pleiteados pela categoria, que salienta que o número representa "5% de aumento real e 9,31% de correção da inflação".
Os bancários pedem também participação nos lucros e resultados de três salários mais R$ 8.297,61; piso salarial de R$ 3.940,24; vales-alimentação, refeição, décima-terceira cesta e auxílio-creche/babá no valor do salário mínimo nacional (R$ 880); 14º salário; fim das metas abusivas e assédio moral; fim das demissões, ampliação das contratações, combate às terceirizações e à precarização das condições de trabalho; mais segurança nas agências bancárias e auxílio-educação.
Os trabalhadores entregaram a pauta de reivindicações no dia 9 de agosto. A data-base da categoria é 1º de setembro e a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) tem validade nacional. Em todo o país, a categoria soma cerca de 512 mil pessoas. Com informações da Agência O Globo.
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