Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 07 de setembro de 2016. Atualizado às 23h59.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Mercado de Capitais

Notícia da edição impressa de 08/09/2016. Alterada em 07/09 às 20h50min

Fundos pedem US$ 1 bi da Vale por prejuízos

Ação contesta a defesa da companhia sobre o acidente da barragem em Mariana (MG)

Ação contesta a defesa da companhia sobre o acidente da barragem em Mariana (MG)


ANTONIO CRUZ/ABR/JC
Os investidores que processam a Vale em uma ação coletiva em Nova Iorque contestam, em novo documento enviado ao tribunal da cidade, a defesa apresentada pela mineradora sobre o acidente na barragem do Fundão, em Mariana, Minas Gerais (MG), e voltam a acusar a empresa de responsabilidade pela "maior tragédia ambiental da história do Brasil". Os fundos alegam prejuízos de US$ 1 bilhão e pedem que a Justiça dos EUA negue o pedido da Vale para encerrar a ação.
A Vale havia pedido, no final de junho, para o juiz designado para o caso, Gregory Woods, encerrar a ação coletiva. A alegação da empresa é que o rompimento da barragem foi um "acidente" e que, mesmo não sendo responsável pelo rompimento, a empresa procurou fornecer ajuda financeira para as vítimas. Além disso, a Vale sempre alerta seus investidores sobre os riscos da atividade mineradora, segundo um documento assinado pelo escritório da empresa, o Gibson, Dunn & Crutcher.
CONTINUE LENDO ESTA NOTÍCIA EM NOSSA EDIÇÃO PARA FOLHEAR
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia