Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 07 de setembro de 2016. Atualizado às 10h24.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

Alterada em 07/09 às 10h25min

Cobre alcança máxima em duas semanas, beneficiado por dólar

O cobre alcançou sua máxima em duas semanas nesta quarta-feira, após a divulgação de dados decepcionantes sobre a economia dos EUA que enfraqueceu a tendência de alta nas taxas de juros e impulsionou os preços das commodities. Mas alguns analistas disseram que o salto terá curta duração.
Às 7h38 (de Brasília), o cobre para três meses subia 0,9%, a US$ 4.678,50 a tonelada, no valor mais alto desde 24 de agosto. Às 8h41, o cobre para setembro operava em alta de 0,60%, a US$ 2,015 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).
"É uma combinação de coisas. Todo o complexo (de metais básicos) está modestamente mais alto, provavelmente ajudado pelo dólar, que caiu fortemente ontem após os números do ISM", disse a analista do Marex Spectron, Dee Perera.
O índice de gerentes de compras (PMI) do setor de serviços dos EUA elaborado pelo ISM caiu a 51,4 em agosto, de 55,5 em julho, para o patamar mais baixo desde fevereiro de 2010 e abaixo da expectativa de 55,0 dos analistas.
Sinais de fraqueza da economia minam a perspectiva de alta de taxa de juros norte-americana e tendem a enfraquecer o dólar, tornando as commodities precificadas em dólar, como o cobre, mais baratas para os detentores de outras moedas.
Analistas do Commerzbank advertiram que o cobre pode sofrer um revés, citando a suavização dos preços no mercado físico e a expansão recente dos estoques de cobre de Londres, que poderiam indicar demanda fraca. "Não esperamos que o movimento seja sustentável uma vez que as autoridades aduaneiras chinesas podem divulgar números decepcionantes de importação de cobre para agosto", disseram os profissionais, em comentário a clientes.
Entre outros metais básicos negociados na LME, o alumínio subia 0,5%, a US$ 1.596 a tonelada, o chumbo subia 0,3%, a US$ 1.948 a tonelada, o níquel subia 1%, a US$ 10.220 a tonelada, o estanho avançava 1%, a US$ 19.565 a tonelada e o zinco ganhava 0,9%, a US$ 2.339 a tonelada. 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia