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Porto Alegre, quinta-feira, 08 de setembro de 2016. Atualizado às 23h28.

Jornal do Comércio

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Frases e Personagens

Notícia da edição impressa de 09/09/2016. Alterada em 08/09 às 21h43min

Frases e personagens

Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal

Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal


MARCELO CAMARGO/ABR/JC
"Os integrantes da Corte estão sendo usados como alavanca para resolver pretensões salariais de outras categorias. Nós devemos ter pelo menos essa consciência de que nós estamos sendo usados como interessados numa gratificação, numa vantagem que nós necessariamente não pedimos, mas que está sendo forçada para atender a outros pleitos." Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal.
"Sabem que os juízes nos estados, hoje, já ganham remuneração superior à dos ministros do Supremo? Há um equívoco do Conselho Nacional de Justiça ao mandar, automaticamente, se estender as gratificações e as vantagens existentes no plano federal para o plano estadual. Parece-me que há aqui um amontoado de equívocos, e nós deveríamos ter o cuidado para que nós não consolidemos, não avancemos nesses equívocos." Também Gilmar Mendes.
"Não gosto muito de festas e tenho grande prazer em trabalhar. Gosto de processos, por isso escolhi esta profissão." Cármen Lúcia, que assumirá a presidência do Supremo Tribunal Federal na segunda-feira, 12.
"Não acredito que tenha ocorrido seletividade nas investigações da Lava Jato. Há denúncias contra pessoas de todos os partidos. Claro, têm que ser comprovadas com o devido processo legal. E nunca conversei sobre isso (Lava Jato) com ministros do STF ou o juiz Sérgio Moro". José Eduardo Cardozo (PT), advogado da ex-presidente Dilma Rousseff, que recorreu no STF contra a votação do impeachment no Senado.
"O Aquarius estreou no Brasil no dia 1 de setembro, um dia depois do impeachment de Dilma Rousseff (PT), e se transformou em um símbolo do descontentamento da esquerda intelectual, que tem lotado as salas de cinema e acompanha as projeções com aplausos e gritos de 'Fora Temer!'. Sem tratar diretamente sobre a crise, o filme acaba sendo muito político." Kleber Mendonça Filho, diretor do filme.
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