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Porto Alegre, terça-feira, 23 de agosto de 2016. Atualizado às 17h02.

Jornal do Comércio

Política

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governo do estado

23/08/2016 - 17h00min. Alterada em 23/08 às 17h02min

Sartori fala sobre segurança no RS: ''Não estamos de braços cruzados''

Governador e secretários concederam entrevista coletiva no Piratini nesta terça-feira (23)

Governador e secretários concederam entrevista coletiva no Piratini nesta terça-feira (23)


Luiz Chaves/Palácio Piratini/Divulgação/JC
O governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, falou sobre a situação da segurança pública no Estado durante entrevista coletiva concedida na tarde desta terça-feira (23) no Palácio Piratini. Sartori reconheceu que o esforço das polícias e do governo ainda não é suficiente para melhorar as condições de segurança. "Mas nós vamos continuar fazendo tudo o que estiver ao nosso alcance para combater o crime, sem descansar", disse.
Entre os detaques do governo gaúcho estão a abertura de concurso para o ingresso de 106 novos servidores no Instituto-Geral de Perícias (IGP). Serão 35 vagas para perito criminal, 35 para médico-legista e 36 para técnico em perícias.
O secretário da Segurança Pública, Wantuir Jacini, deu os números da Operação Avante: em 200 dias, foram presos 2.687 pessoas, uma média de 13 prisões por dia. A ofensiva das polícias no combate ao roubo de carros e à venda ilegal de peças ainda causou a desarticulação de mais uma quadrilha especializada neste tipo de crime.  "Enfim, não estamos de braços cruzados", afirmou o governador.
Durante a coletiva, Sartori anunciou ainda o lançamento do Plano de Previdência Complementar (Previc) para os servidores estaduais, nesta quarta-feira (24), às 15h. O chefe da Casa Civil, Márcio Biolchi, afirmou que agora os novos servidores poderão planejar seus benefícios, optando pela previdência complementar. A Previc é a autarquia federal fiscalizadora das entidades fechadas de previdência complementar.
O governador ainda afirmou que um grupo de trabalho, com representantes do Estado e da União, foi criado para tratar do ressarcimento de investimentos feitos, pelo Rio Grande do Sul, em rodovias federais, há quase 30 anos, por meio de convênios de conservação entre o Daer e o extinto Dner, hoje Dnit. No final de 2002, foi assinado um termo de quitação com o Ministério dos Transportes, que repassou, na época, R$ 258,4 milhões. Algumas avaliações indicam, porém, que o Estado teria a receber cerca de R$ 2 bilhões.
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