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Porto Alegre, terça-feira, 02 de agosto de 2016. Atualizado às 21h54.

Jornal do Comércio

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Meio Ambiente

02/08/2016 - 21h24min. Alterada em 02/08 às 21h56min

Aquecimento global é agravado em 2015, diz relatório anual da NOAA

O aquecimento global piorou no ano passado, quebrando dezenas de recordes climáticos, de acordo com um relatório conhecido por cientistas como o exame anual do planeta.
Logo após o fim de 2015, o ano foi proclamado como o mais quente já registrado. O novo relatório mostra a extensão de outros recordes da saúde climática da Terra. Isso inclui um recorde de energia absorvida pelos oceanos e a diminuição do volume de aquíferos em todo o planeta, de acordo com o relatório da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês).
"Eu acho que o momento de chamar o médico foi anos atrás", disse o chefe de monitoramento do clima da NOAA, Deke Arndt. "Estamos com sintomas múltiplos", completou.
O relatório de Estado do Clima de 2015 examinou 50 aspectos diferentes do clima, incluindo um derretimento dramático do gelo do Oceano Ártico e de glaciares em todo o mundo. Dezenas de países tiveram o ano mais quente da história, incluindo a Rússia e a China. A África do Sul observou a maior temperatura já registrada em outubro (48,4 graus Celsius).
Cientistas também disseram que a mudança climática afetou as populações de morsas e pinguins e tiveram um papel importante na multiplicação de algas perigosas. Houve poderosas ondas de calor no mundo todo, como as que mataram milhares de pessoas na Índia e no Paquistão.
O cenário sombrio se deve em parte à combinação do fenômeno natural El Niño e o crescente impacto das atividades humanas, dizem os envolvidos na pesquisa.
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