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Porto Alegre, quarta-feira, 24 de agosto de 2016. Atualizado às 17h55.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 24/08 às 17h57min

Bolsas de Nova Iorque fecham em queda, pressionadas pelo setor de saúde

As bolsas de Nova Iorque aceleram as quedas no fim do pregão desta quarta-feira (24) pressionadas pela polêmica em torno dos preços de medicamentos nos Estados Unidos. A candidata do Partido Democrata à Casa Branca, Hillary Clinton, afirmou que o rápido aumento de preços do antialérgico EpiPen, da farmacêutica Mylan, é "ultrajante e apenas o mais recente exemplo de uma empresa se aproveitando de seus consumidores".
"É errado quando farmacêuticas colocam os lucros à frente de seus pacientes, elevando preços sem justificar o valor por trás disso", comentou Hillary. O preço do EpiPen já subiu cerca de 400% desde 2009.
As ações da Mylan despencaram 5,58% e contribuíram para a queda de 0,81% do índice Nasdaq, que fechou aos 5.217,70 pontos. Dow Jones recuou 0,35%, para 18.481,48 pontos, e S&P 500 baixou 0,52%, para 2.175,44 pontos.
Outras empresas do setor também sofreram com a polêmica. As ações da Merck & Co baixaram 1,34% e as da Pfizer caíram 0,77%. Os papéis do UnitedHealth Group cederam 1,51%.
O dia, entretanto, foi de fraco volume de negócios, com os investidores ainda na expectativa do discurso da presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Janet Yellen, na próxima sexta-feira, 26, durante o simpósio em Jackson Hole.
"Com o mercado próximo de suas máximas histórias, há grande sensibilidade a notícias", disse Randy Frederick, da Schwab Center for Financial Research.
Mais cedo, os negócios chegaram a ser influenciados pelos dados de estoques de petróleo nos EUA, que inesperadamente subiram na semana passada. Houve aumento também das reservas de gasolina e destilados. 
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