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Porto Alegre, quinta-feira, 11 de agosto de 2016. Atualizado às 15h58.

Jornal do Comércio

Economia

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bancos

Alterada em 11/08 às 16h00min

Aumento de receitas de serviços não virá de alta de tarifas, diz BB

O Banco do Brasil não considera elevar suas tarifas para aumentar suas receitas de serviços, de acordo com o presidente da instituição, Paulo Caffarelli. "A tendência é que a linha de receitas de serviços tome um espaço maior por meio do encarteiramento de clientes, aumento de oferta de produtos e serviços. Temos um Universo imenso de rentabilização de clientes", disse Caffarelli, em coletiva de imprensa, realizada na manhã desta quinta-feira.
O vice-presidente de negócios de varejo do BB, Raul Moreira, destacou que o BB está focado em aumentar o consumo de produtos e serviços per capita por clientes. Conforme a relação do banco com o correntista aumenta, a oferta de produtos acompanha, possibilitando, assim, uma maior rentabilidade desse cliente.
"O BB adota essa estratégia de oferta de produtos competitiva em relação a preço. Oferecemos produtos com preços até mais vantajosos", garantiu ele.
Moreira lembrou ainda que o BB também está focado na alta renda. "Já tínhamos anunciado estratégia mais voltada a produtos e serviços para o público de alta renda. Nosso objetivo era sermos líderes do segmento de alta renda. Atingimos esse objetivo e isso vem provocando modelo mais moderno no digital", explicou o executivo.
Além disso, o BB está fazendo uma forte reestruturação dos produtos voltados às pessoas jurídicas, conforme destacou o vice-presidente de Negócios de Atacado, Antônio Maurício Maurano.
As rendas com tarifas do Banco do Brasil totalizaram R$ 6,063 bilhões no segundo trimestre, aumento de 12,8% em relação ao mesmo período do ano passado. No comparativo trimestral, esses ganhos cresceram 9,1%.
Na comparação com igual trimestre do ano passado, o impulso para a expansão das receitas veio, principalmente, de rendas com o mercado de capitais com avanço de 81,7% ante um ano, tesouro nacional e administração de fundos oficiais (aumento de 28,7%), conta corrente (elevação de 22,6%) e cartões (alta de 21,3%). Ante o primeiro trimestre, motivaram os ganhos mercado de capitais, seguros, tesouro nacional e administração de fundos oficiais, entre outros.
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