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Porto Alegre, quinta-feira, 11 de agosto de 2016. Atualizado às 01h36.

Jornal do Comércio

Economia

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Gente

10/08/2016 - 18h46min. Alterada em 11/08 às 01h39min

Eike Batista participa de culto evangélico no subúrbio do Rio

O empresário foi até um culto no subúrbio do Rio, onde recebeu a bênção do pastor Daniel Silva

O empresário foi até um culto no subúrbio do Rio, onde recebeu a bênção do pastor Daniel Silva


YouTube/Reprodução/JC
O empresário Eike Batista participou de um culto na Assembleia de Deus, em Rocha Miranda, na zona norte do Rio de Janeiro, na noite desta segunda-feira, dia 8. Em fotos e vídeos publicados nas redes sociais por fiéis, Eike aparece, de olhos fechados, recebendo a bênção do pastor Daniel Silva. "Que ele fale contigo, que ele tenha experiências contigo, toma ele nas suas mãos", disse o pastor no momento referindo-se ao empresário. 
No Facebook, o pastor comemorou a presença de Eike: "O diabo perdeu! Mais um para a glória de Deus: Eike Batista". Daniel Silva disse que o dono do grupo EBX ficou emocionado com a celebração. "Deus tomou conta do culto. E o sr. Eike Batista chorando em lágrimas (sic) teve que reconhecer a soberania do eterno em sua vida."
Eike sentou na primeira fileira da igreja. Os vídeos mostram que o empresário observou atentamente a celebração e participou ativamente do culto, inclusive levantando as mãos em apoio aos atos de exorcismo e de cura espiritual.

Confira o vídeo

Quem é ele

Eike Batista, que chegou a ser casado com a modelo Luma de Oliveira, ganhou fama com a ascensão de um conglomerado de empresas do Grupo X, com operações em petróleo, portos e hotéis, e também protagonizou a derrocada do grupo, quando os potenciais de crescimento e ganhos não foram entregues. As companhias listadas em bolsa geraram grandes prejuízos a investidores. Em 2013, ele entrou com pedido de recuperação judicial da OGX, hoje OGPar.
Uma condenação no fim de 2015 pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) impede que ele assuma cargos em conselhos fiscais e de direção de companhias de capital aberto por cinco anos. O empresário também vendeu operações e participações em muitos negócios. Ele é filho de Eliezer Batista da Silva, que presidiu a Vale do Rio Doce, quando era estatal, foi ministro de Minas e Energia antes do golpe de 1964 e dirigiu a Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) do governo do ex-presidente Fernando Collor de Mello.
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