Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 01 de agosto de 2016. Atualizado às 18h52.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

01/08/2016 - 18h53min. Alterada em 01/08 às 18h53min

Dólar se recupera e avança ante rivais, com expectativas por dados dos EUA

O dólar fechou em alta na comparação com os seus principais rivais, nesta segunda-feira (1), em um dia de recuperação após o tombo observado na semana passada, com números decepcionantes sobre o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos, divulgados na sexta-feira.
No fim da tarde em Nova Iorque o dólar avançava para 102,33 ienes, de 102,04 ienes no fim da tarde de sexta-feira. O euro recuou de US$ 1,1185 para US$ 1,1171 e a libra caiu de US$ 1,3232 de US$ 1,3194.
Na semana passada, a moeda americana registrou um dos maiores recuos semanais desde abril, após a divulgação do PIB do segundo trimestre, que subiu apenas 1,2%, aquém das expectativas do mercado de aumento de 2,5%.
O dólar chegou a recuar hoje após dados mistos sobre o setor industrial norte-americano. No entanto, os números fizeram pouco para distrair os participantes do mercado, que aguardam o relatório de emprego de julho, previsto para sexta-feira, para terem uma noção sobre o rumo da política monetária. Além disso, os bancos centrais da Austrália e da Inglaterra anunciam decisão nesta semana.
Mais cedo, o presidente da unidade de Dallas do Fed, Robert Kaplan, disse que uma elevação dos juros na próxima reunião do BC, em setembro, estava "sobre a mesa", mas suas palavras não tiveram muito efeito no câmbio.
Expectativas de taxas de juros mais altas dão apoio ao dólar, uma vez que aumentam os rendimentos de ativos denominados na moeda, tornando-os mais atrativos para investidores.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia