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Porto Alegre, segunda-feira, 01 de agosto de 2016. Atualizado às 22h36.

Jornal do Comércio

Economia

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Tecnologia

Notícia da edição impressa de 02/08/2016. Alterada em 01/08 às 21h56min

Negócios digitais exigem mudanças em segurança

Ambiente digital pede novas estratégias das organizações

Ambiente digital pede novas estratégias das organizações


STOCKVAULT/DIVULGAÇÃO/JC
A explosão digital, que vem acontecendo a partir da disseminação de tecnologias voltadas para a mobilidade, nuvem, redes sociais e Internet das Coisas (IoT), está exigindo uma mudança profunda na gestão de riscos e segurança organizacional. E apenas as organizações que conseguirem estabelecer um ecossistema que equilibre proteção e crescimento do negócio permanecerão competitivas e serão capazes de resolver as ameaças cibernéticas, aponta estudo realizado pelo Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento em tecnologia.
"Líderes de segurança da informação e gerenciamento de riscos de TI devem avaliar e transformar seus programas para que impulsionem os negócios digitais em vez de serem obstáculos para a inovação", diz o vice-presidente e fellow do Gartner, Tom Scholtz.
Segundo o especialista, as empresas que forem capazes de aproveitar os benefícios das plataformas e ferramentas digitais terão uma vantagem competitiva permanente com o passar do tempo. Já as que não estão habilitadas para seguir essa tendência vivenciarão uma queda diante da concorrência já em 2017.
O levantamento mostra que os negócios digitais estão levando o ambiente de proteção de dados e infraestrutura para o mundo físico, incorporando funções focadas em dados e informações àquelas que conduzem mudanças reais nas pessoas e no ambiente ao seu redor.
A maioria das iniciativas de segurança convencionais sempre focou em técnicas de bloqueio e prevenção (como antivírus), bem como em controles baseados em normas (firewalls) para bloquear ameaças. Atualmente, porém, ataques sofisticados e direcionados estão passando tranquilamente pelos mecanismos de prevenção baseados em assinaturas e firewalls.
Isso mostra que os padrões e tecnologias nas quais as práticas de risco e segurança foram baseadas não são adequados a essa nova realidade. "Apenas proteger as informações não é o suficiente. Não basta garantir o sigilo, integridade e disponibilidade dos dados. Líderes de riscos e segurança cibernética devem assumir a responsabilidade de proporcionar segurança para as pessoas e o ambiente ao seu redor", explica Scholtz.
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