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Porto Alegre, segunda-feira, 01 de agosto de 2016. Atualizado às 17h17.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

01/08/2016 - 17h18min. Alterada em 01/08 às 17h18min

Cotação do ouro tem alta modesta nos EUA

Os contratos futuros de ouro fecharam em alta modesta nesta segunda-feira (1), a quinta consecutiva, após dados macroeconômicos ruins serem interpretados pelos investidores como um sinal de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) não deve aumentar os juros básicos da economia norte-americana na próxima reunião de política monetária, em setembro. Juros baixos por mais tempo tendem a dar apoio aos preços do metal amarelo.
O ouro para dezembro, negociado na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex) fechou em alta de 0,15%, a US$ 1.359,60 por onça-troy.
De acordo com Peter Hug, diretor da Kitco Metals, os investidores continuam digerindo os dados fracos da semana passada. Na sexta, os preços do ouro dispararam após o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos do segundo trimestre vir abaixo do esperado. Além disso, segundo Hug, agosto costuma ser um mês fraco para os negócios, o que pode deixar o mercado suscetível a movimentos exagerados de acordo com as notícias.
O PIB fraco deixa a possibilidade de um aperto monetário mais distante, o que é positivo para o ouro. Para Simona Gambarini, analista de metais preciosos na Capital Economics, o metal amarelo pode subir ainda mais nesta semana, caso o relatório de emprego (payroll) dos EUA decepcione os investidores.
Na última decisão do Fed, em julho, os dirigentes voltaram a condicionar o aumento de juros a indicadores que evidenciem a saúde da economia norte-americana. Portanto, ante qualquer sinal de que algo não está bem, a procura por ativos seguros, como o ouro, aumenta, elevando o seu preço. Fonte: Dow Jones Newswires
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