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Porto Alegre, domingo, 31 de julho de 2016. Atualizado às 16h46.

Jornal do Comércio

Política

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crise política

31/07/2016 - 16h46min. Alterada em 31/07 às 16h46min

Acaba manifestação pró-impeachment em Copacabana

O protesto em Copacabana, pelo impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, terminou por volta das 13h30 deste domingo, depois de três horas. Ainda há um carro de som, em que manifestantes gritam palavras de ordem, mas o público já se dispersou. Os organizadores não deram uma estimativa de público, tampouco a Polícia Militar.
O público se concentrou em um trecho de cerca de 500 metros da pista da Avenida Atlântica, junto ao calçadão, entre os postos 4 e 5. A avaliação do Movimento Vem Pra Rua, que convocou o ato, foi de que a adesão "foi além da esperada".
"Estamos comemorando. As pessoas ainda estão mobilizadas. Achei que o clima de 'já ganhou' pudesse atrapalhar. Mandamos o nosso recado para a imprensa internacional: não toleramos mais a corrupção no Brasil" disse Adriana Balthazar, do Vem Pra Rua.
"Demos mais de 20 entrevistas para jornalistas da Nova Zelândia, Austrália, Holanda, China e Japão". Segundo Adriana, a presença dos jornalistas foi espontânea, estimulada pela presença internacional no Rio para a Olimpíada, que começa na próxima sexta-feira, 05.
Turistas ouvidos pela reportagem não sabiam do que tratava a manifestação. "Não sei o que está acontecendo. Vi poucas notícias sobre a situação política no Brasil antes de vir", disse o engenheiro francês Guillaum La Pesq, de 26 anos, que veio para os Jogos. "Estou explicando a ele que estas são pessoas que apoiam uma manobra política que vai contra mudanças sociais no País", contou a historiadora Aline Martins, de 28 anos, amiga do francês.
O diretor do Movimento Brasil Democrata, Casé Carvalho, fez discurso em que anunciou o recolhimento de assinaturas de brasileiros para pedir a "extinção do PT". Ele disse que a mobilização será feita no Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre e outras cidades, no fim de agosto, passada a votação do impeachment no Senado.
"O PT não é um partido político, é uma facção criminosa, comparável ao Comando Vermelho. Temos de aproveitar a presença da imprensa internacional para mostrar que tudo está sendo feito de forma constitucional, já que a Dilma anda por ai dizendo que foi golpe", disse Carvalho.
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