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Porto Alegre, quinta-feira, 14 de julho de 2016. Atualizado às 20h12.

Jornal do Comércio

Dia do Comércio 2016

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SHOPPINGS

Notícia da edição impressa de 15/07/2016. Alterada em 14/07 às 19h04min

Momento de expansão no Interior

Expectativa para 2016 é manter o ritmo de 6,5% de crescimento

No ano passado, segmento registrou alta de 6,5% nas vendas em relação ao ano anterior, atingindo R$ 151,5 bilhões. A expectativa para 2016 é manter o ritmo de 6,5% de crescimento


MARCELO G. RIBEIRO/JC
O mercado de shopping centers brasileiro passa por um momento desafiador. Ainda assim, o segmento comemora a chegada de 18 novos empreendimentos no País e apresentou, em geral, um desempenho acima do varejo em 2015. Segundo a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), o número de lojas cresceu 3,1%, totalizando 98.200 estabelecimentos comerciais em shoppings. Com 444 milhões de visitas mensais, o segmento registrou alta de 6,5% nas vendas em relação ao ano anterior, atingindo R$ 151,5 bilhões. A expectativa para 2016 é manter o ritmo de 6,5% de crescimento.
"O setor vem de um período de grande expansão, principalmente com a interiorização dos shoppings. Isso é muito bom, porque faz as pessoas entenderem esses espaços não só como um local de compras, mas de passeio", diz Marco Aurélio Jardim, coordenador estadual da Abrasce/RS. Do total de shoppings inaugurados em 2015, 12 estavam fora dos grandes centros. Conforme o Censo Abrasce 2015-2016, 48% dos shopping centers foram construídos em capitais brasileiras e 52% em outras cidades. Apesar de perfis variados, 41% localizam-se em municípios com até 500 mil habitantes, o que aponta para uma tendência cada vez maior de crescimento no Interior.
A estimativa de investimento total em novos projetos em 2016, incluindo shoppings a inaugurar e expansões, é de mais R$ 14 bilhões. Grande parte desses investimentos estará concentrada em cidades com menos de 500 mil habitantes (61%) e em shoppings de pequeno (42%) ou médio porte (36%). Mais da metade desse valor está dividida entre Sudeste (36%) e Nordeste (30%). Na sequência, concentram os investimentos as regiões Sul (18%), Centro-Oeste (11%) e Norte (5%). Dos atuais 538 shoppings, cerca de 16% estão em fase de expansão e 29% possuem planos de ampliar em médio e longo prazo.
Segundo Jardim, os lojistas gaúchos estão muito preocupados com suas operações e criando estratégias para sobreviver a este momento conturbado da economia. "O cenário faz com que o lojista preste mais atenção ao seu negócio, oferecendo preço e atendimentos melhores. Manter o empreendimento vivo é estar atento aos detalhes. O cliente está valorizando mais seu dinheiro, buscando um preço atrativo e uma boa experiência na compra", diz o coordenador.
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