Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 28 de julho de 2016. Atualizado às 14h38.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Trabalho

28/07/2016 - 14h39min. Alterada em 28/07 às 14h39min

Mercado de trabalho deve mostrar reação em setembro, diz ministro

O mercado de trabalho só deve começar a mostrar reação em setembro, na avaliação do ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira. Em julho, a expectativa é de que o fechamento de vagas formais volte a superar a geração de emprego no País.
"Em julho talvez ainda não tenhamos os números desejados, mas, a partir de setembro, nós acreditamos que teremos meses bem melhores", estimou o ministro, em visita ao Rio.
O País perdeu 531.765 vagas com carteira assinada no primeiro semestre do ano, o pior resultado registrado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado na quarta-feira, 27, pelo Ministério do Trabalho. Em junho, foram fechados 91.032 postos formais, resultado ainda pior do que as previsões mais pessimistas, que esperavam a extinção de até 84,6 mil vagas.
Nogueira, entretanto, defende que já há sinais positivos nas divulgações do Caged, como a redução no ritmo de eliminação de vagas no resultado acumulado em 12 meses.
"Tivemos agora nesse mês um pequeno aumento de demissões em alguns setores, que nos afetou, mas nós estamos convictos que a tendência é reduzir. Quando você chega no fundo do poço, a gente tem areia. Quando você dá um impulso para sair, a tendência é afundar um pouquinho ainda, em razão do impulso. E esse é o impulso da economia em alguns setores. Alguns setores já se estabilizam, em outros setores está demorando um pouquinho, vai demorar ainda talvez uns três meses", avaliou o ministro.
Segundo ele, os setores que mais têm mostrado dificuldades de recuperação são o da construção civil, serviços, metal-mecânico e comércio.
"Numa grande crise, como a que o Brasil foi afetado e que levou aí a 12 milhões de desempregados, você não se recupera em três meses", defendeu. "Logo vamos chegar ao patamar normal e de retomada", completou.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia