Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 18 de julho de 2016. Atualizado às 20h09.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

18/07/2016 - 20h09min. Alterada em 18/07 às 20h09min

Petróleo fecha em queda diante de preocupações com oferta de derivados

Os contratos futuros do petróleo fecharam em queda nesta segunda-feira (18), perto das mínimas em dois meses, no último sinal de que os excedentes da oferta de derivados e dúvidas sobre a demanda podem levar o maior rali do petróleo desde a crise financeira ao seu fim.
O WTI para agosto negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex) fechou em queda de 1,52% (US$ 0,71), a US$ 45,94 por barril. Já o Brent para setembro negociado na ICE, em Londres, recuou 1,36% (US$ 0,65) e fechou a US$ 46,96 por barril.
O acúmulo de produtos refinados pesa sobre os preços desde a semana passada. O excesso da oferta de gasolina, principalmente, mostra que as refinarias devem comprar menos petróleo bruto, especialmente com a aproximação do outono, que é uma estação em que essas empresas realizam a manutenção de sua estrutura.
Na semana passada, o Departamento de Energia dos Estados Unidos (DoE, na sigla em inglês) afirmou que os estoques de gasolina avançaram 1,213 milhão de barris, para 240,089 milhões de barris na semana encerrada em 8 de julho, ante recuo estimado de 900 mil barris. Já os estoques de destilados, que incluem diesel e óleo combustível para calefação, subiram 4,058 milhões de barris, para 152,997 milhões de barris no mesmo período, ante previsão de estabilidade.
Além disso, o aumento dos estoques de combustíveis refinados na China, um dos maiores consumidores de petróleo, também está agitando alguns investidores que esperam que a demanda do país por petróleo desapareça nos próximos meses, à medida que a produção doméstica de combustíveis, como gasolina e diesel ultrapassem a demanda.
Em junho, as importações de petróleo da China atingiram o menor patamar em cinco meses, aos 7,5 milhões de barris diários.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia