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Porto Alegre, quarta-feira, 13 de julho de 2016. Atualizado às 21h07.

Jornal do Comércio

Economia

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Energia

13/07/2016 - 21h10min. Alterada em 13/07 às 21h10min

Total de energia distribuída pela EDP cai 3,2% no 2º trimestre

A EDP Energias do Brasil divulgou os dados referentes ao mercado de energia da companhia no segundo trimestre de 2016. Nas suas distribuidoras, EDP Bandeirante e EDP Escelsa, houve uma queda de 3,2% no volume de energia, para 6,173 milhões de MWh. Já no primeiro semestre, o recuo foi de 5,4%, para 13,142 milhões de MWh. O número de clientes das duas distribuidoras saiu de 3,208 milhões para 3,281 milhões, crescimento de 2,3% em 12 meses.
Na Bandeirante, houve um crescimento de 0,4% do volume de energia distribuída no segundo trimestre, e queda de 2,2% no primeiro semestre. Na Escelsa, o total distribuído entre abril e junho caiu 8%, e em seis meses, recuou 9,7%.
No consumo por segmento de clientes, destaque para o crescimento de 4,6% na classe residencial, e para a queda de 13,3% na classe industrial no segundo trimestre. Segundo a companhia, esse crescimento no consumo de residências se deu pelas altas temperaturas que atingiram os Estados de São Paulo e Espírito Santo no período, além do aumento no número de dias de faturamento, e da mudança da bandeira tarifária para verde. Já a queda no consumo industrial foi resultado da piora na produção das empresas, segundo a EDP.
No mercado livre, houve uma queda de 8,3%. Segundo a EDP, esse recuo foi causado pela paralisação da produção de um grande cliente da área de concessão da EDP Escelsa, o que provocou um recuo de 24,2% no total de energia vendida no mercado livre no segundo trimestre de 2016.
No mercado de geração, o volume de energia vendida pela EDP alcançou 3,124 GWh no segundo trimestre, o que representa um avanço de 16,3% na comparação com o mesmo período de 2015. Esse aumento se deve ao começo da contabilização das atividades da UTE Pecém I, a partir do dia 15 de maio de 2015, quando foi fechada a aquisição dos 50% remanescentes da unidade que pertencia à Eneva.
De forma consolidada, sem contar os efeitos de Pecém I, o volume de energia gerada ficou em 1.781 GWh, queda de 11,6% em 12 meses. Entre os motivos apontados para explicar esse recuo, a EDP cita a venda da Pantanal Energética, em janeiro. No primeiro semestre, o volume consolidado ficou em 3.711 GWh, queda de 14,1%.
O Fator de Ajuste da Garantia Física (GSF, na sigla em inglês) ficou em 89,9% entre abril e junho, o que representa uma exposição de 183 GWh. No acumulado do ano, o GSF médio ficou em 88,9%, exposição de 448 GWh. Para os resultados do segundo trimestre, a EDP vai levar em consideração a repactuação do GSF.
O volume de energia comercializada ficou em 3.095 GWh no segundo trimestre, crescimento de 14,9% em relação ao mesmo período de 2015. Segundo a EDP, houve maior volatilidade do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD), o que propiciou maior liquidez no mercado. No semestre, a comercialização subiu 8,5%, para 5.651 GWh.
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