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Porto Alegre, quarta-feira, 06 de julho de 2016. Atualizado às 09h03.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

06/07/2016 - 09h03min.

Petróleo amplia perdas com temores sobre economia global causados por Brexit

Os futuros de petróleo operam em baixa de mais de 1% na manhã desta quarta-feira (6), após registrarem fortes perdas na sessão anterior, em meio à nova onda de ansiedade causada pelo chamado "Brexit", que gera preocupações com a perspectiva da economia global e leva investidores a evitarem ativos considerados mais arriscados, como commodities.

A decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia, em plebiscito realizado no último dia 23, continua pesando no petróleo, ao alimentar a aversão a risco e impulsionar o dólar, tornando a commodity mais cara para detentores de outras moedas.

Os temores com o Brexit voltaram a ganhar força após três grandes fundos de investimento imobiliário suspenderem os resgates no Reino Unido e o Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) tomar medidas para ampliar os empréstimos bancários.

Às 8h35min (de Brasília), o petróleo tipo Brent para setembro caía 1,58% na IntercontinentalExchange (ICE), a US$ 47,20 por barril, enquanto o WTI para agosto recuava 1,39% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 45,95 por barril.

Nos negócios de ontem, as cotações do petróleo já haviam sofrido tombo de mais de 4%, em parte porque a consultoria Genscape apontou que os estoques da commodity no centro de distribuição de Cushing - um dos principais dos EUA - aumentaram na semana passada.

No final da tarde, os investidores vão acompanhar a pesquisa semanal do American Petroleum Institute (API, uma associação de refinarias) sobre os estoques de petróleo dos EUA, que será seguida amanhã pelo levantamento oficial, do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) norte-americano.

Também hoje, vai ser divulgada a ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA).

Embora a reunião do Fed tenha sido anterior à turbulência causada nos mercados financeiros pelo Brexit, o documento pode dar indicações de quando o BC norte-americano planeja voltar a elevar juros.
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