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Porto Alegre, sexta-feira, 01 de julho de 2016. Atualizado às 08h04.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado financeiro

01/07/2016 - 07h48min. Alterada em 01/07 às 08h05min

Bolsas asiáticas sobem em reação à possível ação de Banco da Inglaterra pós Brexit

A man walks past an electric quotation board flashing the Nikkei key index of the Tokyo Stock Exchange (TSE) in front of a securities company in Tokyo

Mercados aguardam estímulos no curto prazo para compensar o impacto da decisão do Reino Unido


TORU YAMANAKA/AFP/JC
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira (1), reagindo a indicações de que o Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) poderá voltar a agir com mais estímulos no curto prazo para compensar o impacto da recente decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia.
Os mercados chineses, por outro lado, ficaram apáticos e terminaram o dia perto da estabilidade, após a divulgação de novos dados fracos de atividade manufatureira. Em Tóquio, o índice japonês Nikkei avançou 0,68%, a 15.682,48 pontos, encerrando a semana com ganho acumulado de 4,89%.
Na capital sul-coreana, Seul, o Kospi subiu 0,86%, a 1.987,32 pontos. O mercado em Hong Kong não operou, devido a um feriado local.
O apetite por risco na Ásia ganhou força após o presidente do BoE, Mark Carney, sinalizar ontem que o BC inglês poderá cortar juros ou adotar outras medidas de relaxamento monetário nos próximos meses para sustentar a economia do Reino Unido, após a vitória do chamado "Brexit" na semana passada.
Entre bolsas menores da região asiática, o Taiex registrou alta de 0,83% em Taiwan, a 8.738,24 pontos, enquanto o filipino PSEi avançou 0,44% em Manila, a 7.830,35 pontos.
Já na China, as bolsas tiveram variações apenas marginais no pregão de hoje. O Xangai Composto fechou em leve alta de 0,1%, a 2.932,48 pontos, enquanto o Shenzhen Composto, de menor abrangência, apresentou leve baixa de 0,2%, a 1.970,72 pontos.
A falta de vigor das ações chinesas veio na esteira dos últimos indicadores de manufatura da segunda maior economia do mundo, que voltaram a decepcionar. Pelos números oficiais, o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial chinês recuou para 50,0 em junho, de 50,1 em maio.
Na pesquisa da Caixin Media com a Markit, que usa metodologia diferente, o PMI da indústria chinesa teve queda para 48,6 no mês passado, de 49,2 em maio. Leituras em 50,0 sugerem estagnação da atividade manufatureira e abaixo disso, contração.
Na Oceania, a bolsa da Austrália também foi influenciada pelos comentários de Carney e o S&P/ASX 200 avançou 0,25% em Sydney, a 5.246,60 pontos. Ao longo da semana, o índice australiano teve alta de 2,6%, após recuar por quatro semanas consecutivas e acumular desvalorização de 2,7% em junho. 
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