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Porto Alegre, sábado, 02 de julho de 2016. Atualizado às 13h51.

Jornal do Comércio

Política

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STF

30/06/2016 - 19h27min. Alterada em 30/06 às 19h27min

Toffoli é novo relator do pedido para anular buscas no apartamento de Gleisi

Agência Brasil
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli foi escolhido hoje (30) novo relator da ação na qual o Senado Federal recorreu à Corte para anular os mandados de busca e apreensão cumpridos no apartamento funcional da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), durante a Operação Custo Brasil. O ministro Celso de Mello havia sido designado relator, mas renunciou.
O pedido chegou ao Supremo na última quinta-feira (23), mesmo dia em que a operação foi deflagrada. Inicialmente, o mandado de segurança foi distribuído ao ministro Celso de Mello, que chegou a despachar no processo, mandando o juiz da 6ª Vara Federal da Justiça Federal as decisões que justificaram as buscas e a prisão do ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo, marido da senadora.
No entanto, Mello pediu ao presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, que o processo fosse encaminhado ao ministro Dias Toffoli, devido à decisão que libertou o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo ontem (29).
"Tendo em vista a circunstância, processualmente relevante, de que o ministro Dias Toffoli precedeu-me na prática de ato decisório, entendo, salvo melhor juízo, que se acha configurada, na espécie, a sua competência em razão do critério da prevenção", pediu Mello.
Na decisão na qual concedeu liberdade a Paulo Bernardo, Toffoli entendeu que houve "flagrante constrangimento ilegal" na decisão da 6ª Vara Criminal da Justiça Federal de São Paulo, que determinou as prisões cumpridas na Operação Custo Brasil.
A defesa de Paulo Bernardo comemorou a concessão de liberdade e disse que Toffoli "deixou claro que os fundamentos eram genéricos e que os requisitos legais e constitucionais não estavam presentes". O ex-ministro deixou a sede da Polícia Federal em São Paulo, onde estava preso, na noite de ontem. 
De acordo com a investigação, o ex-ministro Paulo Bernardo recebia recursos de um esquema de fraudes no contrato para gestão de empréstimos consignados no Ministério do Planejamento.
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Comentários
jose Barbosa da Silva 02/07/2016 09h50min
...esse ministro de novo?!!!!! kkkkkkk ele foi nomeado por Lula, é claro q não votará contra esse corrupto
Malaquias o Justo 01/07/2016 09h20min
Novamente Toffoli volta ao notíciario.Ministro nomeado por Lula, surgem sérias dúvidas a respeito de sua isenção.Estranho muito estranho a soltura de Paulo Bernardo. e de forma tão célere.O supremo nessas horas prima pela rapidez e agilidade.As decisões saem a toque de caixa.Muito estranho e no mínimo suspeita a atitude do Ministro.apesar da Corte, a Operação Lava Jato prossegue.Aos trancos e barrancos.Salve Moro!!! Salve Janot!!! Repúdio a qualquer ato cerceador da Corte!!