Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 17 de junho de 2016. Atualizado às 12h58.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

Trabalho

17/06/2016 - 12h58min.

Força Sindical, CTB e CSB reagem com 'estranheza' à fala de Padilha sobre terceirização

Os presidentes da Força Sindical, Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) e Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) reagiram com "estranheza" às declarações da quinta-feira (16), do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, em defesa da terceirização de trabalhadores.

"Causou-nos estranheza as declarações do ministro. Não vamos permitir qualquer mudança na legislação trabalhista que retire direitos dos trabalhadores. E qualquer ação de alteração, neste momento, sofrerá uma forte reação do movimento sindical", diz a nota assinada por Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, um dos líderes do impeachment na Câmara, Adilson Lopes e Antonio Neto.

Na quinta, durante evento com empresários, em São Paulo, Padilha afirmou que era necessário "caminhar no rumo das terceirizações". Ele foi aplaudido pela plateia.

Conforme os sindicalistas, a proposta de reforma trabalhista é levantada por "oportunistas de plantão" sempre que o Brasil entra em crise econômica e o governo do presidente em exercício Michel Temer precisa "ficar atento" para o tema.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia