Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 16 de junho de 2016. Atualizado às 19h04.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

crise política

16/06/2016 - 19h04min. Alterada em 16/06 às 19h04min

Cardozo quer incluir áudios de Machado no processo de impeachment

Desde o início da segunda fase do processo de impeachment, a defesa de Dilma considera a inclusão da delação de Sérgio Machado fundamental para rebater a acusação. Com a quebra do sigilo da colaboração, o ex-advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, vai tentar novamente incluir os áudios no processo de impeachment.
O objetivo de Cardozo é fortalecer a tese do "desvio de finalidade", ou seja, de que atores políticos atuaram para realizar o impeachment não por razão de crime de responsabilidade, mas por um interesse particular. Nas gravações de Machado, um dos principais articuladores do impeachment, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), foi flagrado sugerindo um pacto para "trocar o governo" e "estancar a Lava Jato".
A defesa já havia solicitado a inclusão dos áudios uma vez. O presidente do STF e instância máxima no processo de impeachment, Ricardo Lewandowski, negou, alegando que o processo estava sob sigilo. Nessa quarta-feira, 15, a delação de Machado se tornou pública após a decisão do relator da Lava Jato, ministro Teori Zawascki. O objetivo de Cardozo é fazer novo pedido.
"O presidente Lewandowski, quando decidiu não aceitar o nosso recurso, disse que os áudios estavam sob sigilo. Nós vamos consultar a Procuradoria-geral da República (PGR) para verificar se há uma liberação total dos áudios e aí solicitar que esses áudios sejam encaminhados à comissão especial", disse.
Para Cardozo, os áudios podem mostrar que não há nada contra Dilma Rousseff e que o processo de impedimento da presidente tem por objetivo parar as investigações.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia