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Porto Alegre, domingo, 12 de junho de 2016. Atualizado às 15h58.

Jornal do Comércio

Política

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Relações Internacionais

12/06/2016 - 15h49min. Alterada em 12/06 às 15h58min

Pelo Twitter, Temer e Dilma lamentam atentado em Orlando

Foto divulgada pelo departamento de polícia de Orlando mostra o cerco à boate Pulse na madrugada do domingo

Homem abriu fogo na boate Pulse, em Orlando, na madrugada do domingo, matando dezenas de pessoas


Orlando Police Department/AFP/JC
O presidente interino, Michel Temer, lamentou neste domingo (12) o tiroteio na boate Pulse em Orlando, Flórida, nos Estados Unidos. “Quero lamentar enormemente a tragédia nos Estados Unidos que vitimou dezenas de norte-americanos. Expresso a solidariedade brasileira às famílias das vítimas desse atentado”, escreveu Temer em duas postagens na rede social Twitter.
A presidente afastada Dilma Rousseff também falou sobre o massacre no Twitter e afirmou que vivemos em "tempos de preconceito e intolerância". Diz o texto: "Lamento a tragédia ocorrida em Orlando, nos Estados Unidos, nesta madrugada, com a morte de 50 pessoas, numa boate gay. Estamos vivendo momentos terríveis, tempos de preconceito e intolerância que ceifam vidas humanas. Vamos juntos lutar contra esta barbárie. Meus sentimentos às famílias das vítimas, ao presidente Barack Obama e ao povo dos Estados Unidos".
Um homem abriu fogo na madrugada de hoje contra pessoas que estava na boate, voltada para o público LGBT. O atirador foi identificado como Omar S. Mateen, de 29 anos. Natural da cidade de Porto St. Lucie, na Flórida, e filho de paquistaneses, Mateen trabalhava como guarda de segurança e era cidadão norte-americano. Armado com um rifle tipo AR15 e uma pistola, ele fez reféns por cerca de três horas até que a polícia decidiu entrar no local e o matou o homem durante uma troca de tiros.
Pelo menos 50 pessoas morreram e 53 ficaram feridas. O chefe de polícia de Orlando, John Mina, classificou como "um dos piores tiroteios em massa na nossa história dos Estados Unidos".
Veja abaixo as postagens:
Com reportagem da Agência Brasil
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