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Porto Alegre, domingo, 19 de junho de 2016. Atualizado às 22h15.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 20/06/2016. Alterada em 19/06 às 17h28min

Recursos humanos e saídas para a crise

Silvio Moacir Oliveira
O que realmente faz com que uma empresa seja vista ou reconhecida como inovadora, organizada, produtiva e exemplo de sucesso? São os seus colaboradores. As empresas colocam à disposição dos seus colaboradores as melhores condições de trabalho e as ferramentas tecnológicas de última geração, com amplo acesso ao conhecimento e ao desenvolvimento, bem como têm mapeamentos de processos para serem rápidos e assertivos. Muitas, porém, esquecem que para tudo isso dar certo são necessárias pessoas, com suas próprias visões acerca da ação profissional e, principalmente, da ação pessoal.
A área de recursos humanos que conseguir avaliar o que cada pessoa realmente quer para si e alinhar com os objetivos da empresa é que conseguirá maximizar resultados, ou seja, descobrir em seu colaborador a felicidade de trabalhar. As pessoas geralmente querem se sentir úteis, com certo grau de independência e decisão. Na administração chamamos isto de "empoderamento", que é a exata medida de iniciativa, profissionalismo e resultado. Para que isto aconteça, torna-se evidente a atuação de lideranças treinadas e capacitadas.
Nestes momentos de crise, devemos nos unir e achar a melhor forma de atacar os desafios que a situação nos impõe, realizando, em parceria com os colaboradores, as ações que visem à manutenção dos negócios da organização e a garantia dos empregos. Parece estranho estarmos falando de amor e felicidade na organização, mas, segundo pesquisadores do relacionamento humano em diversos países do mundo, o maior desejo do ser humano é ser feliz.
É por isso que as organizações devem proporcionar aos seus colaboradores a realização profissional e pessoal no mesmo grau de intensidade, para produzirem resultados à empresa e felicidade ao colaborador. Lembrando sempre que a "Felicidade está na jornada e não no destino". Cabe aos gestores de RH, líderes e educadores estarem atentos para direcionarem carreiras e redirecionarem colaboradores para atuar de forma prazerosa e equilibrada.
Gerente de Recursos Humanos do Gboex
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