Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sábado, 25 de junho de 2016. Atualizado às 23h01.

Jornal do Comércio

Geral

COMENTAR | CORRIGIR

Fiscalização

Notícia da edição impressa de 24/06/2016. Alterada em 23/06 às 18h26min

Operação Gota D'Água flagra produto contaminado em empresa gaúcha

Estimativa é que 932 milhões de litros tenham sido vendidos

Operação flagra envasamento de água mineral contaminada em empresa de Novo Progresso


Sefaz/Divulgação/JC
A Receita Estadual e Promotorias de Justiça Especializada Criminal e de Defesa do Consumidor de Porto Alegre deflagraram nesta quinta-feira (23) a Operação Gota D’Água. Foram cumpridos três mandados de prisão e um mandado de busca e apreensão no município de Progresso, segundo a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz). A empresa alvo da operação é dona da marca Do Campo Branco. 
As investigações do MP apontam para a contaminação na fonte e na indústria de água mineral por bactérias da espécie Pseudomonas aeruginosa, encontradas em ambientes hospitalares e responsáveis por diversos tipos de infecções, tais como: infecções do trato urinário, no sistema respiratório, da pele e dos tecidos moles, oftalmológicas, ósseas e articulares, entre outras, representando situação de grave risco à saúde pública.
Segundo o órgão, mesmo sabendo da contaminação, os responsáveis pela empresa Mineração Campo Branco (nome que não chegou a ser divulgado pelos órgãos) continuaram a envasar e comercializar o produto com problemas. A presença da bactéria foi identificada em lotes já envasados. A estimativa do MP é que tenham sido vendidos 932 milhões de litros de água contaminada desde janeiro de 2016.
Dois auditores-fiscais verificaram as instalações de uma indústria e um distribuidor de água mineral. Os estabelecimentos já estavam sob ação fiscal para apuração de indícios de sonegação fiscal. 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários