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Porto Alegre, segunda-feira, 27 de junho de 2016. Atualizado às 18h35.

Jornal do Comércio

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eurocopa

27/06/2016 - 18h35min. Alterada em 27/06 às 18h35min

Islândia faz história e elimina a Inglaterra na Eurocopa

Islandeses celebram conquista histórica na França

Islandeses celebram conquista histórica na França


ANNE-CHRISTINE POUJOULAT/AFP/JC
País com pouco mais de 320 mil habitantes, cerca de 100 jogadores profissionais e classificado às quartas de final da Eurocopa. Essa é a Islândia, que nesta segunda-feira virou sobre uma Inglaterra sem inspiração, contou com a ajuda do goleiro Hart, venceu por 2 a 1 em Nice, e continuou escrevendo sua incrível história.
Considerada potência do futebol, a Inglaterra chega a 50 anos sem ganhar nenhum título, desde que faturou a Copa do Mundo de 1966. Em Eurocopas, a última semifinal foi há 20 anos. Para aumentar o vexame, os ingleses ainda viraram motivo de chacota. Saíram da Eurocopa quatro dias depois do Brexit, o plebiscito em que os britânicos votaram por sair da União Europeia.
A Islândia não faz parte do bloco europeu. Em 2015, anunciou que desistia da sua candidatura. No futebol, porém, agora está na elite do continente. No domingo, encara a dona da casa, a França no Stade de France, em Saint-Denis.
O goleiro Halldórsson quase pôs tudo a perder. Aos 3 minutos, foi todo estabanado em direção aos pés de Sterling e atropelou o atacante inglês na área. Pênalti que Wayne Rooney bateu para colocar a Inglaterra na frente.
A festa inglesa não durou nem um minuto. Enquanto as placas de publicidade mostravam um anúncio com a frase "Faça sua estreia", a Islândia bateu lateral na área, Árnason desviou e deixou Ragnar Sigurdsson livre atrás da zaga e na cara de Hart para empatar.
Com 5 minutos de futebol, o placar já estava igual novamente. A Inglaterra, sempre predisposta a se defender, era obrigada a ditar o ritmo da partida. Fez isso controlando a posse de bola, mas sem assustar.
A Islândia, por sua vez, jogaria por uma bola. E a achou aos 17 minutos. Sigthórsson recebeu na entrada da área, dominou, abriu espaço e bateu rasteiro. A bola era totalmente defensável, mas Hart deixou passar.
Atrás no placar, a Inglaterra claramente sentiu a pressão. Sentiu, também, a falta de um homem de criação. Sterling, Sturridge e Dele Alli não têm esse perfil. Na base da correria ou da bola aérea, a Islândia não deixava sua área ser penetrada.
Quando ia para o ataque, o time islandês ameaçava. Tanto que, aos 10 minutos do segundo tempo, quase fez um gol de bicicleta. O zagueirão Ragnar Sigurdsson pegou em cheio na bola, mas em cima de Hart.
Vardy entrou no lugar de Sterling e Rooney passou a jogar na criação. A ideia do técnico Roy Hodgson não deu certo, tanto que Rooney acabou trocado por Rashford, aos 40 minutos.
Até os 47 minutos, a Inglaterra não criou nada que justificasse alguém lamentar sua eliminação. No penúltimo lance, Vardy até teve chance de marcar pelo alto, mas a zaga não deixou. Hart foi para área para a cobrança do escanteio, que nada rendeu.
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