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Porto Alegre, segunda-feira, 13 de junho de 2016. Atualizado às 14h10.

Jornal do Comércio

Esportes

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Seleção Brasileira

13/06/2016 - 14h04min. Alterada em 13/06 às 14h10min

Dunga cita exemplo alemão para se manter no cargo

Existe grande pressão para que Dunga seja demitido antes da Olimpíada

Existe grande pressão para que Dunga seja demitido antes da Olimpíada


Rafael Ribeiro/CBF/DIVULGAÇÃO/JC
O técnico Dunga afirma que a solução para a seleção brasileira precisa de um trabalho de continuidade. Após a derrota para o Peru por 1 a 0, que eliminou a equipe ainda não fase de grupos da Copa América, algo que só aconteceu em 1987, o treinador citou o exemplo da Alemanha para se manter no cargo. Existe grande pressão para sua demissão antes da Olimpíada.
"É um trabalho, houve uma reformulação depois da Copa do Mundo. Nós elogiamos um trabalho de 14 anos da Alemanha, mas queremos que no Brasil se encontre a solução de uma hora para outra, em um ou dois anos. E só vamos encontrar a solução com continuidade", afirmou o treinador em entrevista coletiva após a derrota no Gillette Stadium.
A exemplo de entrevistas anteriores, Dunga também citou os longos jejuns vividos pela seleção brasileira para justificar a eliminação na Copa América, a segunda consecutiva depois da Copa do Mundo. "Dentro da seleção brasileira só cinco treinadores foram campeões mundiais, mesmo tendo passado excepcionais jogadores e treinadores, que não ganharam, mas não deixaram de ser bons por isso. Os resultados não chegam, os títulos não chegam, então a cobrança vai aumentar. Foi assim depois de 1970, até 94, agora não será diferente. Quando não se tem resultado a tolerância é menor. Tudo se reflete no futebol pelo momento que passamos no Brasil", disse o treinador.
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