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Porto Alegre, domingo, 05 de junho de 2016. Atualizado às 16h24.

Jornal do Comércio

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copa américa

05/06/2016 - 10h41min. Alterada em 05/06 às 16h24min

Alisson diz que teve sorte por 'frango' ter sido anulado na estreia da seleção

Momento em que Alisson falha na defesa

Momento em que Alisson falha na defesa


KEVORK DJANSEZIAN/GETTY IMAGES NORTH AMERICA/AFP/JC
O goleiro Alisson reconheceu a falha no gol do Equador que acabou anulado na estreia da seleção brasileira diante do Equador neste sábado e permitiu que a equipe de Dunga ficasse no empate por 0 a 0, em Pasadena, pela Copa América Centenário. "Não existe bola fácil. Foi uma bola muito complicada. O Bolaños chutou por chutar, mas a bola acaba desviando na trave e estou fazendo o movimento para tentar afastar a bola, acaba batendo no meu braço e entrando", explicou o goleiro.
Para Alisson, que está se transferindo para a Roma, da Itália, foi preciso ter sorte para que o gol fosse anulado. "A primeira impressão quando eu tive é de que quando o Bolaños chuta, a bola tinha saído realmente. Eu levantei a mão e o bandeirinha já tinha assinalado. Então, a gente tem de contar um pouco com a sorte também", avaliou. "Às vezes fazemos grandes defesas quando o jogador está impedido e ninguém fala nada."
O técnico Dunga evitou longos comentários sobre o lance. "Até agora não deu para ver nada do lance. De onde a gente estava é difícil (ver). Com os jogadores que conversamos, falaram que a bola saiu. (Sobre o Alisson), a bola tinha saído, tanto para ele quanto para os zagueiros", afirmou o treinador.
Pela maneira como o lance foi construído, quando o próprio goleiro colocou a bola para dentro, o lance de Alisson fez lembrar a primeira derrota do Brasil em Eliminatórias, quando Taffarel, com o pé esquerdo, fez um gol contra em jogo contra a Bolívia em La Paz. Naquele jogo, em 1994, o gol foi validado.
Mais recentemente, o goleiro Jefferson, do Botafogo, falhou na partida contra o Chile pelas Eliminatórias e acabou perdendo a posição. Também pesaram algumas declarações do jogador, que afirmou que seu histórico na seleção deveria ser considerado. Dunga elogia o goleiro Alisson com frequência e costuma dizer que um dos seus diferenciais é pensar como atacante, ou seja, tentar fazer a defesa imaginando como o rival definiria a jogada.
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