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Porto Alegre, segunda-feira, 27 de junho de 2016. Atualizado às 18h24.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

27/06/2016 - 18h24min. Alterada em 27/06 às 18h24min

Bolsas de Nova Iorque fecham em queda, refletindo decisão do Reino Unido de sair da UE

As bolsas norte-americanas fecharam em queda nesta segunda-feira (27), repercutindo ainda a votação popular da semana passada, que selou a saída do Reino Unido da União Europeia.
O índice Dow Jones encerrou em queda de 1,50%, aos 17.140,24 pontos, enquanto o S&P 500 caiu 1,81%, para 2.000,54 pontos, e o Nasdaq cedeu 2,41%, aos 4.594,44 pontos.
O mau humor continuou presente entre em todos os mercados, levando a libra novamente aos seus menores níveis desde 1985, enquanto o rendimento do gilt de 10 anos do Reino Unido caiu abaixo de 1,0% pela primeira vez na história.
Nos Estados Unidos, os grandes índices apagaram os ganhos do ano em meio ao impacto do Brexit, que se soma às incertezas em relação à economia mundial e às politicas heterodoxas dos BCs globais para lidar com a inflação e o crescimento medíocre.
"Não existe cartilha para um momento como esse" resumiu Nill Nichols, diretor de ações para os EUA da Cantor Fitzgerald.
As ações de bancos e de materiais básicos lideraram as perdas neste pregão, o primeiro por causa das baixas expectativas de que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) possa elevar os juros num futuro próximo, e o segundo pela valorização do dólar.
Já os setores de serviços públicos e telecomunicações foram os únicos a terminar com ganho entre os segmentos que compõem o S&P 500. Ambos são considerados jogadas defensivas, por sempre renderem dividendos, e usualmente são vistos como uma proxy para a procura por Treasuries. No ano, os setores acumulam alta de mais de 18%.
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