Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 23 de junho de 2016. Atualizado às 17h45.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

23/06/2016 - 17h45min. Alterada em 23/06 às 17h45min

Petróleo sobe acima dos US$ 50 por barril em dia de apetite por risco com Brexit

s contratos futuros de petróleo fecharam acima dos US$ 50 por barril na sessão desta quinta-feira e nos níveis mais altos em duas semanas. O dia foi marcado por otimismo em relação ao possível resultado do plebiscito que definirá o futuro do Reino Unido na União Europeia, com as últimas pesquisas mostrando aumento dos votos pela permanência, resultando numa injeção de apetite por risco no mercado.
Em Nova York, o WTI para agosto subiu 1,99% (+US$ 0,98), a US$ 50,11 por barril, enquanto o Brent negociado em Londres avançou 2,06% (+US$ 1,03), a US$ 50,91 por barril.
O petróleo respondeu de forma indireta à última pesquisa do instituto Ipsos Mori, que indicou que 52% dos britânicos é favorável à permanência na União Europeia, ante 48% que preferem sair. Ainda que tenha dado uma margem pequena, o levantamento não só impulsionou as commodities, como fez as bolsas de Nova York e da Europa se valorizarem, com algumas delas fechando nas máximas do dia.
O plebiscito em si não tem impacto direto nos preços do petróleo, mas causa um efeito colateral no mercado, uma vez que a percepção de um cenário estável (o contrário do que aconteceria em caso de saída) estimula a procura por ativos mais arriscados, como ações e commodities.
Além do Brexit, relatos de um novo ataque aos oleodutos na Nigéria também impulsionaram os preços dos barris, uma vez que o fato foi percebido pelos investidores como uma provável redução dos excessos de oferta da commodity. 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia