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Porto Alegre, quinta-feira, 16 de junho de 2016. Atualizado às 18h26.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

16/06/2016 - 18h26min. Alterada em 16/06 às 18h26min

Em dia de recuperação, Ibovespa fecha em alta de 1,02%

A Bovespa teve uma sessão de recuperação e fechou em alta de 1,02%, nesta quinta-feira, 16, aos 49.411,61 pontos, na máxima do dia. Pela manhã, a bolsa chegou a cair 1,73%, influenciada pelo mercado externo. O volume de negócios totalizou R$ 5,95 bilhões, próximo da fraca média diária de junho.
O dia começou com aversão a risco e queda das bolsas de valores na Europa e Estados Unidos, contaminando também os mercados acionários de países emergentes. Incertezas quanto à política monetária dos EUA e sobre a permanência do Reino Unido na União Europeia voltaram a determinar movimentos defensivos. O cenário político trouxe cautela e o presidente em exercício, Michel Temer, se defendeu de acusações feitas em delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, oficializada ontem. Em discurso pela manhã, Temer classificou as afirmações de "mentirosas" e "criminosas".
A recuperação começou já no início da tarde, com as bolsas americanas reduzindo perdas. A Bovespa inverteu a tendência pouco depois das 13h, antes mesmo da virada em Wall Street. A reação veio por meio de ações de setores como siderurgia, financeiro e papel e celulose. Entre os destaques do dia estiveram Copel PNB (+4,25%), Suzano PNA (+2,77%) e CSN (+2,84%). As ações da Vale tiveram desempenhos diferentes, com Vale ON em alta de 1,53% e Vale PNA em baixa de 0,08%. O mesmo aconteceu com os papéis da Petrobras, com alta de 1,22% (ON) e baixa de 0,12% (PN).
Entre as ações que fazem parte do Ibovespa, a maior queda ficou com JBS ON, que recuou 2,66%. A empresa foi citada na delação de Sérgio Machado e estaria relacionada a uma propina de R$ 40 milhões que teria sido paga a senadores da bancada peemedebista. Em nota, a JBS afirmou que as doações para campanhas eleitorais foram realizadas de acordo com as regulamentações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). "A empresa esclarece que o seu diretor de Relações Institucionais não participou de nenhuma reunião e lamenta que mais uma vez a empresa esteja envolvida em acusações que agridem, de forma infundada, sua imagem, marcas, reputação e conduta ética", escreveu na nota.
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