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Porto Alegre, quarta-feira, 15 de junho de 2016. Atualizado às 18h29.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

15/06/2016 - 18h29min. Alterada em 15/06 às 18h29min

Petróleo fecha em queda com preocupações sobre excesso de oferta

Os contratos futuros de petróleo fecharam em queda nesta quarta-feira (15), pela quinta sessão consecutiva, com o mercado temendo que os sinais de alívio no excesso de oferta sejam apenas temporários.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o WTI para julho fechou em queda de 0,98% (-US$ 0,48), a US$ 48,01 por barril. Na Intercontinental Exchange (ICE), o Brent para agosto recuou 1,73% (US$ 0,86), para US$ 48,97 por barril.
O petróleo recuou desde o começo da sessão, pressionado pela cautela do mercado antes do anúncio de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), que deixou a taxa de juros inalterada. Além disso, o American Petroleum Institute (API, uma associação de refinarias) divulgou ontem sua estimativa para os estoques americanos, apontando uma alta de 1,2 milhão de barris ma semana passada.
Dados do Departamento de Energia (DoE) norte-americano aliviaram a tensão do mercado, mas não foram suficientes para reverter as perdas.
O DoE informou hoje que os estoques de petróleo bruto caíram 933 mil barris na semana encerrada em 11 de junho, para 531,543 milhões de barris. A queda foi menor que a previsão de analistas consultados pelo Wall Street Journal, que previam recuo de 2,1 milhões de barris.
Os estoques de gasolina tiveram recuo de 2,625 milhões de barris, para 237,004 milhões de barris, ante recuo estimado de 200 mil barris. Já os estoques de destilados, que incluem diesel e óleo combustível para calefação, avançaram 786 mil barris, para 152,163 milhões de barris, ante previsão de estabilidade.
Ultimamente, as interrupções na produção de grandes exportadores de petróleo, como a Nigéria e do Canadá, não foram suficientes para suprimir os excedentes que têm pesado sobre o mercado nos últimos dois anos, de acordo com analistas.
Hoje, analistas do Goldman Sachs Group disseram que a recente recuperação do petróleo é "frágil". "Paralelamente a essas interrupções, a racionalização do excedente do mercado global permanece nascente, na melhor das hipóteses", dizem os analistas da Goldman, em comunicado.
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