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Porto Alegre, segunda-feira, 13 de junho de 2016. Atualizado às 23h05.

Jornal do Comércio

Economia

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Comércio Exterior

Notícia da edição impressa de 14/06/2016. Alterada em 13/06 às 20h40min

Exportações gaúchas crescem 12,2%

Puxadas pelas commodities, que exerceram a maior influência positiva sobre o resultado, com alta de 31,9%, as exportações do Rio Grande do Sul somaram US$ 1,78 bilhão em maio, acréscimo de 12,2% na comparação com o mesmo mês de 2015. Isso ocorreu em função da maior demanda da China e do Paquistão por soja, produto que, sozinho, totalizou US$ 695 milhões, ou 39,1% do total das vendas externas gaúchas. "Essa participação elevada se deve à sazonalidade típica da safra. Produtos básicos ajudam a tornar a balança comercial do nosso Estado positiva, mas é fundamental que os manufaturados tenham maior destaque na pauta. A desvalorização cambial, ainda que benéfica, está ajudando apenas a evitar perdas ainda maiores para o setor industrial", disse ontem o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Heitor José Müller.
Em relação à indústria de transformação, a base de comparação deprimida, segundo Müller, foi o principal fator a contribuir para o aumento de 2,5% nas vendas externas em maio, que alcançaram US$ 1,04 bilhão. "Em maio de 2015, os embarques haviam sido os mais baixos para o mês desde 2009", lembra. O resultado do setor no âmbito estadual foi pior em relação ao nacional, onde houve elevação de 11,5%.
Das 23 categorias que registraram alguma operação de exportação no mês, 11 caíram, sete cresceram e cinco registraram estabilidade. Tabaco exerceu a principal influência negativa (-30,2%), seguido por produtos químicos (-11,5%). Por sua vez, as principais contribuições positivas vieram de celulose e papel (450%), máquinas e equipamentos (29,3%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (26,5%).
As importações totais caíram em maio. As perdas chegaram a 21,7% (US$ 625 milhões), o valor mais baixo desde 2004 para o mês, alcançando todas as categorias de uso, à exceção de bens de consumo (18,8%). Os segmentos mais ligados à indústria - bens de capital e intermediários - tiveram quedas acentuadas: 40,8% e 23%, respectivamente.
 
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