Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 09 de junho de 2016. Atualizado às 14h04.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

empresas

09/06/2016 - 14h04min. Alterada em 09/06 às 14h04min

Sobrevivência é estratégia da indústria siderúrgica para 3 a 5 anos, diz Usiminas

O diretor-presidente da Usiminas e conselheiro do Instituto Aço Brasil (IABr), Sérgio Leite, acredita que o foco da indústria siderúrgica nacional será de "sobrevivência" nos próximos anos, em meio à crise econômica nacional que reduziu a demanda por aço, além das dificuldades de exportação diante do excesso de oferta no mercado internacional.
"A estratégia para os próximos três a cinco anos é de sobrevivência da indústria brasileira", frisou Leite nesta quinta-feira, 9, durante debate realizado no Congresso do Aço com a presença de outros líderes empresariais na capital paulista.
Segundo o executivo, a estratégia do setor, reunido sob o IABr, passa pelos esforços para se reduzir o excesso de capacidade instalada no mercado internacional e rejeição do reconhecimento da China como economia de mercado - situação que atrapalharia a adoção de medidas contra a concorrência desleal do aço chinês, subsidiado pelo governo. "No Brasil, devemos trabalhar para tornar o produto mais competitivo no mercado internacional. Neste momento, o mercado que se apresenta para nós é o externo", ressaltou.
Leite acrescentou que a indústria siderúrgica deve trabalhar de forma organizada para rediscutir taxa de juros dos financiamentos e tributação ao setor. O executivo observou que a indústria de transformação tem perdido participação dentro do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Atualmente, sua fatia está em cerca de 9% e possui viés de queda, apontou Leite.
Por fim, o executivo defendeu que as empresas façam esforços internos para buscar inovação e oferecer aos clientes produtos e serviços com maior valor agregado, de forma a garantir sua perpetuidade no mercado interno.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia