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Porto Alegre, quarta-feira, 08 de junho de 2016. Atualizado às 18h19.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

08/06/2016 - 18h19min. Alterada em 08/06 às 18h19min

Ibovespa fecha em alta de 2,26% puxada por siderúrgicas

A Bovespa fechou em alta de 2,26% nesta quarta-feira (8), aos 51.629,29 pontos e com R$ 7,01 bilhões em negócios, o maior de junho até agora. A valorização das commodities e a queda do dólar contribuíram para o desempenho, sustentado pela maior participação dos investidores estrangeiros na compra de ações.
A alta da Bovespa foi puxada principalmente pelas ações do setor de mineração e siderurgia, influenciadas pelos dados melhores que o esperado na balança comercial chinesa. As ações subiram animadas pelo aumento de 19% da importação de minério pela China em maio, comparada ao mesmo mês do ano passado. Entre os papéis que fazem parte do Ibovespa, as maiores altas foram de CSN ON (+16,45%) e Usiminas PNA (+11,70%). Vale ON e PNA subiram 2,60% e 1,23%, respectivamente.
Além da influência externa, profissionais do mercado apontam que os papéis também responderam a declarações do presidente em exercício, Michel Temer, exaltando a importância do setor siderúrgico para a economia brasileira. Temer afirmou em carta lida durante a abertura do 27º Congresso Brasileiro do Aço que o governo não vai descuidar de medidas de apoio à indústria e que o setor siderúrgico é vital para a retomada do desenvolvimento do País.
A melhora da expectativa em relação às importações chinesas e a queda dos estoques semanais da commodity nos Estados Unidos sustentaram o petróleo em alta durante todo o dia, com o barril cotado acima de US$ 51 nas bolsas de Nova York e Londres. As ações da Petrobras foram beneficiadas pela valorização do petróleo, mas também refletiram notícias específicas que agradaram o investidor. O aumento de 5% na produção de maio e o anúncio de abertura do processo competitivo para a venda de terminais de Gás Natural Liquefeito (GNL). Ao final dos negócios, Petrobras ON e PN avançaram 8,27% e 8,93%, respectivamente.
A sinalização feita ontem pelo futuro presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, de que deixará o câmbio flutuar livremente favoreceu a sexta queda consecutiva da moeda americana. Com isso ganhou força a percepção de desaceleração da inflação e possível corte de juros no médio prazo. Captações anunciadas nos últimos dias, como Vale, Cosan e Eldorado Brasil, contribuem para essa percepção.
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