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Porto Alegre, quarta-feira, 22 de junho de 2016. Atualizado às 00h06.

Jornal do Comércio

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 22/06/2016. Alterada em 21/06 às 20h59min

Aposentados

Conforme consta em Frases e Personagens no Jornal do Comércio do dia 21/06/2016, nosso governador José Ivo Sartori (PMDB) justifica a falta de dinheiro para pagar os salários dos funcionários públicos ativos pelo comprometimento de 55% da folha com os aposentados. Como o Estado não faz concursos públicos há muito tempo e, dos já realizados, não contrata os que foram aprovados, a lógica é que esta porcentagem aumente cada vez mais. Ativos, mais cedo ou mais tarde, irão aposentar-se. Chegará um momento em que esta porcentagem será de 100%. Não é possível que, sendo um professor, governador do Estado, ex-prefeito, ex-deputado estadual e federal, não perceba que há um viés nesta estatística que ele apresenta. Parece usar a mídia para jogar a opinião pública contra o funcionalismo público. Perguntas que cabem uma averiguação: alguém sabe dizer quanto o Estado gasta com serviços terceirizados? Qual a porcentagem de pessoas com relação aos funcionários ativos? Gasto com terceirizados entra no cálculo de responsabilidade fiscal com pessoal? Seria uma maneira de contornar este ajuste? (Nicolau Ludwig, médico)
Reajuste
Se os servidores municipais que estão bloqueando repartições públicas ou acampados na Câmara de Vereadores prejudicando o recolhimento de lixo, pensam que terão a simpatia dos porto-alegrenses para sua justa causa, estão redondamente enganados. As pessoas se irritam com tantos protestos para um problema que é de todo o Estado e do País. Para quem observa com calma, é interessante saber que este é um ano de eleições municipais e, assim, tudo é válido para "queimar" os adversários políticos. O "crime" da administração municipal foi pedir para parcelar o reajuste, mas mantendo o pagamento do funcionalismo em dia. Isso parece razoável, em meio à crise. (Julio Rosenvalt, Porto Alegre)
Greve
Insistir no pagamento do piso do magistério, dado pelo ex-governador Tarso Genro (PT) quando era ministro da Educação e que jamais pagou também como governador, é daquelas reivindicações que até podem ser justas, mas que não têm como ser pagas. O estado do Rio Grande do Sul quebrou, está falido. É simples assim. (Venceslau Figueiredo, Porto Alegre)
Lutas
Se eu já julgava as lutas entre homens na tal liga UFC uma imbecilidade, ver mulheres se esmurrando e sangrando beira às raias da idiotice insana. É grotesco, e tem gente que ainda chama de "esporte". É triste ver isso nas TVs, e testemunhar as nossas crianças sendo criadas em meio a socos e pontapés. Depois, surpreendem-se com o alto índice de criminalidade no Brasil. Só pode dar nisso, é só briga e filmes com tiros e mortes a granel. (Paulo Roberto Ferreira, Porto Alegre)
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