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Porto Alegre, terça-feira, 27 de dezembro de 2016. Atualizado às 17h14.

Jornal do Comércio

Automotor

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Lançamento

Notícia da edição impressa de 10/06/2016. Alterada em 27/12 às 18h17min

Toyota traz para o Brasil a quarta geração do Prius

Modelo emite cerca de 40% menos CO2 do que um veículo movido somente a combustão

Modelo emite cerca de 40% menos CO2 do que um veículo movido somente a combustão


TOYOTA/DIVULGAÇÃO/JC
O modelo é o primeiro montado sobre a nova plataforma global da marca japonesa. A arquitetura inédita baixou o centro de gravidade e reduziu o arrasto aerodinâmico, melhorando o conforto e a dirigibilidade do veículo.
A carroceria do novo Prius ficou 60 milímetros mais longa (4.540 mm), 15 mm mais larga (1.760 mm) e 20 mm mais baixa (1.490 mm). Seu design mudou radicalmente, resultando em um visual mais arrojado e futurista.
A silhueta lembra um triângulo, que parte do emblema frontal da Toyota e dos vincos do capô e se estende até a traseira. Os faróis exibem contornos ousados e têm luzes de LED.
A linha de cintura, mais inclinada, dá a impressão de movimento e estabelece uma estrutura unificada com os vidros laterais. O acabamento em preto da coluna "C" cria a ilusão de um teto flutuante e acentua o aspecto esportivo do carro.
Os ângulos acentuados continuam na traseira, onde as lanternas em forma de "vírgula" concentram a atenção. Há duas áreas envidraçadas na traseira, separadas por um spoiler integrado que se conecta às lanternas.
Maior por fora, a quarta geração do Prius também cresceu por dentro. A cabine ganhou 15 mm em comprimento (2.210 mm) e 20 mm na largura (1.490 mm). O porta-malas acomoda respeitáveis 412 litros.
O interior do híbrido conjuga praticidade e vanguardismo. Os materiais de acabamento sofisticados proporcionam conforto aos ocupantes.
Mais funcional, o painel agora é montado em camadas, que definem claramente a exibição dos instrumentos. A manopla de transmissão, do tipo "joystick", se localiza diretamente no painel, favorecendo a ergonomia.
Motorista e passageiros podem desfrutar de recursos como ar-condicionado de duas zonas (inédito em um Toyota no Brasil), carregador de celular sem fio (apenas para aparelhos compatíveis), sistema de navegação, head-up display colorido e TV digital.
Comercializado em versão única, por R$ 119.950,00, o novo Prius também oferece de série banco do motorista com regulagem de altura e distância, além de regulagem lombar elétrica; aquecimento dos bancos dianteiros; coluna de direção com ajuste de altura e profundidade; retrovisores externos elétricos, retráteis e com indicadores de direção; piloto automático; central multimídia com rádio AM/FM, CD/MP3 player, conexões bluetooth, USB e AUX e tela de sete polegadas sensível ao toque; entre outros itens.
O conjunto de propulsão do Prius combina motor 1.8 a gasolina, de 98 cv de potência a 5.200 rpm e 139,2 Nm de torque a 3.600 giros; e outro elétrico, de 72 cv e 162,7 Nm: a potência total do veículo chega a 123 cv. O câmbio segue automático, do tipo continuamente variável - CVT.
O propulsor a combustão foi redesenhado e teve tamanho e massa reduzidos. O eixo da transmissão e o motor elétrico também foram reprojetados, diminuindo o peso combinado.
O software do sistema híbrido sofreu atualizações que otimizaram a percepção de aceleração, causando respostas mais suaves e diretas, mesmo em rotações mais baixas. A bateria híbrida de níquel, responsável por alimentar o propulsor elétrico, antes instalada no porta-malas, foi realocada na parte inferior direita do banco traseiro, contribuindo para baixar o centro de gravidade e aprimorar a aderência, acentuada ainda pelo controle eletrônico de estabilidade.
Os freios do Prius acumulam energia cinética e a transformam em energia elétrica, alimentando a bateria híbrida. Isso garante maior autonomia no modo elétrico, também contribuindo para a economia de combustível do automóvel, que, segundo o Inmetro, consegue rodar 18,9 km/l em trajetos urbanos e 17 km/l em rodovias. O consumo do híbrido da Toyota, no comparativo com um modelo de mesmo porte movido apenas a gasolina, é até 52% menor na cidade e 42% inferior na estrada.
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