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Porto Alegre, quinta-feira, 05 de maio de 2016. Atualizado às 17h59.

Jornal do Comércio

Política

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Câmara dos Deputados

05/05/2016 - 17h59min. Alterada em 05/05 às 17h59min

Kim Kataguiri, líder do MBL, nega aliança com Cunha após críticas nas redes sociais

Na foto,  Kataguiri ao lado de Cunha. Segundo ele, relação com presidente da Câmara era apenas institucional

Na foto, Kataguiri ao lado de Cunha. Segundo ele, relação com presidente da Câmara era apenas institucional


Reprodução Twitter/JC
Leonardo Pujol
Kim Kataguiri, um dos líderes do Movimento Brasil Livre (MBL), declarou na tarde desta quinta-feira (5) que nunca apoiou ou foi aliado do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A manifestação veio após as críticas que Kataguiri recebeu nas redes sociais, de que estaria “tirando o corpo fora” ao endossar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu as atividades de Eduardo Cunha por uma liminar conferida pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato.
Segundo Kataguiri, a relação com o presidente da Câmara sempre foi “institucional”. “A primeira vez que nos reunimos com ele, aquela da famosa foto com parlamentares de oposição, foi quando protocolamos o pedido de impeachment da presidente Dilma”, explicou ao Jornal do Comércio. “O presidente da Câmara é constitucionalmente a única pessoa que pode receber uma denúncia contra um presidente da República. Em nenhum momento declaramos apoio ou fomos aliados de Cunha”, disse.
Kataguiri apareceu em mais de uma ocasião ao lado de  Eduardo Cunha. Questionado, frisou que seu intuito era garantir o andamento do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. “A relação sempre fui institucional: primeiro, para protocolar a denúncia, depois, para cobrar celeridade no processo”.
Talvez o mais conhecido entre os lideres do MBL, Kataguiri foi alvo de críticas ao longo do dia. Por volta das 12h, ele publicou diversas mensagens favoráveis não só a suspensão, mas a uma eventual cassação e prisão de Cunha. Desde então, centenas de usuários do Twitter e do Facebook passaram a criticá-lo por sua posição, considerada oportunista.
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