Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 04 de maio de 2016. Atualizado às 15h20.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

Crise Política

04/05/2016 - 15h20min. Alterada em 04/05 às 15h20min

Começa tumultuada a sessão da comissão do impeachment

Sessão deve apresentar parecer sobre processo de impeachment

Sessão deve apresentar parecer sobre processo de impeachment


Reprodução/JC
Agência Brasil
Começou há pouco a sessão da Comissão Especial do Impeachment no Senado na qual será apresentado o parecer do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) sobre a admissibilidade de processo contra a presidente Dilma Rousseff.
Com quase 1 hora de atraso, a sessão teve um início tumultuado por sucessivas questões de ordem apresentadas por senadores da base aliada ao governo. A senadora Gleisi Hoffmann questionou o fato de ontem, durante a exposição de especialistas contrários ao impeachment, o relator ter se ausentado para escrever seu voto.
O líder do PSDB, Cássio Cunha Lima (PB) classificou o questionamento como um ato de desespero de quem quer retardar o processo. "O que se vê nesse instante é o velho PT de sempre, o PT do quanto pior melhor", disse.
O presidente do colegiado, senador Raimundo Lira (PMDB-PB) negou prosseguimento à questão de ordem. Explicou disse que a ausência esporádica do relator não invalida e nem constrange os trabalhos da comissão. Além disso, Lira lembrou que as notas taquigráficas da sessão tem todos os registros na íntegra e está disponível para o relator consultar.
A discussão do parecer de Anastasia será feita amanhã (5), quando o advogado-geral da União, José Eduardo Cardoso, responsável pela defesa da presidente, terá uma hora para contrapor as conclusões do relator. Em seguida, os senadores passam a debater o parecer que será votado pelo colegiado nesta sexta-feira (6).
Na Comissão Especial o documento precisa do apoio da maioria simples dos senadores, ou seja, metade mais um dos que estiverem presentes a sessão. Se admitido, também em votação por maioria simples, Dilma será imediatamente afastada do cargo por até 180 dias. Nesse período, o vice-presidente Michel Temer assumirá a presidência da República.
Enquanto isso, no Senado, a Comissão Especial retomará o processo para iniciar a fase de instrução e emitir novo parecer. Não há prazo para que o Senado faça o julgamento sobre o impedimento da presidente.
Veja ao vivo:
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia