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Porto Alegre, segunda-feira, 16 de maio de 2016. Atualizado às 22h41.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 17/05/2016. Alterada em 16/05 às 22h40min

Confissões extemporâneas

Christopher Goulart
O juízo permanente dos efeitos do transcurso do tempo sempre pautou minha visão de mundo. Parto da ideia de que somos seres em constante evolução, assim como é a nossa própria história brasileira, construída por homens e mulheres, imperfeitos por essência. Nestes meus intensos quase 40 anos de vida, exata data de falecimento de meu avô João Goulart, ouvi algumas vezes, sempre com muita atenção, por respeito ao tempo, ensinamentos tais como "O mundo dá voltas", ou então, "Nada como um dia após o outro".
Sob o título "Não vai ter golpe", artigo publicado em jornal de grande circulação no Rio Grande do Sul, em 6 de maio de 2016, trouxe-me uma instigante reflexão, que ora compartilho. No texto, reverberando os malfadados argumentos da linhagem golpista de estilo "Carlos Lacerda", o autor procura justificar a legalidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), diferentemente daquele que afastou o presidente da República em abril de 1964. Ou seja, segundo ele, lá foi golpe!
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