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Porto Alegre, quinta-feira, 19 de maio de 2016. Atualizado às 23h32.

Jornal do Comércio

Internacional

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Argentina

Notícia da edição impressa de 20/05/2016. Alterada em 19/05 às 23h30min

Ex-promotora do caso Nisman fala em 'suicídio induzido'

A promotora argentina Viviana Fein, responsável pelo caso da morte de Alberto Nisman até dezembro do ano passado, afirmou que "é muito provável" que ele tenha sido induzido a se suicidar. O promotor foi encontrado morto em janeiro do ano passado em seu apartamento, em Buenos Aires, quatro dias após acusar a então presidente Cristina Kirchner de encobrir o envolvimento do Irã no atentado terrorista à associação israelita Amia, que deixou 85 mortos em 1994.
Viviana foi a primeira promotora a assumir o caso, mas a família de Nisman pediu para que ela fosse removida por considerá-la parcial ao trabalhar apenas com a hipótese de suicídio. Nesta quinta-feira, ela afirmou a uma rádio local acreditar que "é muito provável que tenham induzido ou instigado Nisman ao suicídio". "É uma das minhas três teorias. Não posso dizer com certeza, pois a causa não foi concluída, mas posso falar sobre a hipótese em que mais acredito."
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