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Porto Alegre, quinta-feira, 12 de maio de 2016. Atualizado às 19h04.

Jornal do Comércio

Economia

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Petróleo

12/05/2016 - 19h04min. Alterada em 12/05 às 19h04min

Petrobras teve prejuízo de R$ 1,246 bilhão no primeiro trimestre

Contribuíram também o aumento de gastos com equipamentos ociosos, principalmente sondas, e maior pagamento de juros

Contribuíram também o aumento de gastos com equipamentos ociosos, principalmente sondas, e maior pagamento de juros


VANDERLEI ALMEIDA/AFP/JC
Folhapress
A Petrobras registrou prejuízo de R$ 1,246 bilhão no primeiro trimestre de 2016. No mesmo período do ano anterior, a empresa havia registrado lucro de R$ 5,330 bilhões. Segundo a empresa, o resultado foi provocado pela redução da produção de petróleo e queda de vendas no mercado doméstico.
Contribuíram também o aumento de gastos com equipamentos ociosos, principalmente sondas, e maior pagamento de juros, disse a empresa em comunicado.
Em 2015, a companhia teve um prejuízo recorde de R$ 36,938 bilhões, com forte impacto de uma série de baixas no valor de ativos por causa da queda do preço do petróleo no mercado internacional e dos altos gastos para manutenção de sua dívida.
No primeiro trimestre, a dívida da empresa caiu para R$ 450,015 bilhões, ante os R$ 492,894 bilhões do final de 2015, reflexo da valorização do real sobre o dólar no período. A Petrobras fechou o trimestre com R$ 80,521 bilhões em caixa, 20% a menos/mais do que no fim do ano anterior.
A receita da Petrobras nos primeiros três meses de 2016 foi de R$ 70,337 bilhões, 5% a menos do que os R$ 74,353 bilhões registrados no mesmo período de 2015.
Já a geração de caixa medida pelo Ebitda foi de R$ 21,091, praticamente estável em relação aos R$ 21,518 bilhões do primeiro trimestre do ano anterior.
Com a queda nos preços do petróleo, a área de exploração e produção da companhia teve prejuízo de R$ 605 milhões, contra um lucro de R$ 3,413 bilhões no primeiro trimestre do ano anterior.
Já a área de abastecimento, impulsionada pelos altos preços da gasolina, teve lucro de R$ 7,976 bilhões, alta de 29% na comparação com o primeiro trimestre de 2015, apesar da queda nas vendas.
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