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Porto Alegre, terça-feira, 10 de maio de 2016. Atualizado às 10h04.

Jornal do Comércio

Economia

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agronegócios

10/05/2016 - 10h04min. Alterada em 10/05 às 10h04min

IBGE prevê queda de 1,9% para safra de 2016 com um total de 205,4 mi de toneladas

O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola abril março estima uma safra de 205,4 milhões de toneladas em 2016, um recuo de 1,9% em relação à produção de 2015, quando totalizou 209,4 milhões de toneladas, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (10). O montante ainda foi 2,2% menor que o previsto em março, com 4,6 milhões de toneladas a menos.
A estimativa da área a ser colhida pelos produtores agrícolas brasileiros em 2016 é de 58,5 milhões de hectares, um crescimento de 1,6% em relação a 2015, quando foi de 57,6 milhões de hectares.
Em relação à estimativa de março, a área aumentou 0,3%. O arroz, o milho e a soja - os três principais produtos da safra nacional - responderam por 87,1% da área a ser colhida e 92,9% da estimativa da produção.
Na comparação com 2015, houve acréscimo de 2,9% na área da soja e avanço de 2,9% na do milho. A área de arroz, porém, teve redução de 7,7%.
Quanto à produção, houve aumento de 1,3% para a soja, mas diminuição de 7,6% para o arroz e queda de 5,0% para o milho.
As revisões na produção nacional de soja e de milho 2ª safra foram as principais responsáveis pela redução na estimativa da safra de grãos em 2016. O volume produzido em todo o País este ano será 1,9% menor que o da colheita recorde registrada em 2015, o equivalente a menos 4 milhões de toneladas.
Em relação ao levantamento de março, a produção de soja será 1,7% inferior, enquanto a de milho 2ª safra está 4,5% menor do que a previsão anterior.
Outras reduções significativas em abril ante março foram nas plantações de feijão 3ª safra (-0,9%), feijão 1ª safra (-1,2%), mandioca (-1,2%), café canephora (-4,3%), algodão herbáceo (-8,4%), cevada (-17,6%) e triticale (-18,4%). Na direção oposta, houve melhora nas previsões para o sorgo (4,8%) e o cacau (3,6%).
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