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Porto Alegre, terça-feira, 10 de maio de 2016. Atualizado às 08h37.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

10/05/2016 - 08h37min.

Bolsas asiáticas fecham majoritariamente em alta, inspiradas por rali em Tóquio

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira (10), revertendo perdas de mais cedo, depois que o mercado em Tóquio reagiu com um rali a comentários de que o governo japonês poderá intervir no câmbio, que causaram o enfraquecimento do iene frente ao dólar durante a madrugada.

O índice Nikkei subiu 2,15%, a 16.565,19 pontos, após o ministro de Finanças do Japão, Taro Aso, referir-se à possibilidade de intervenção cambial, pelo segundo dia seguido, se o iene mantiver a recente tendência de forte valorização em relação ao dólar. Para Aso, será "natural" se houve necessidade de intervir.

Em outras partes da Ásia, o sul-coreano Kospi avançou 0,75% em Seul, a 1.982,50 pontos, a máxima do dia, enquanto o Hang Seng teve alta de 0,43% em Hong Kong, a 20.242,68 pontos, com a ajuda de ações do setor industrial, e o Taiex subiu 0,3%, a 8.156,29 pontos, interrompendo uma sequência de oito pregões negativos da bolsa taiwanesa.

Na capital das Filipinas, Manila, o índice PSEi saltou 2,62%, a 7.174,88 pontos, garantindo o maior ganho em um dia desde 27 de janeiro, após eleições realizadas ontem indicarem que Rodrigo Duterte será o próximo presidente do país.

Na China, por outro lado, as bolsas fecharam estáveis após a divulgação de dados locais de inflação. O Xangai Composto ficou em 2.832,59 pontos, praticamente inalterado ante ontem, e o menos abrangente Shenzhen Composto mostrou recuo marginal de 0,1%, a 1.802,27 pontos.

A taxa anual de inflação ao consumidor chinês ficou em 2,3% em abril, repetindo a variação dos dois meses anteriores e vindo apenas um pouco abaixo da previsão de 2,4%.

Na Oceania, a bolsa australiana avançou pelo quarto pregão seguido, sustentada por ações do setor bancário. O S&P/ASX 200 subiu 0,4%, a 5.342,80 pontos, ficando apenas 11 pontos abaixo do fechamento recorde do ano atingido há uma semana.

Grandes mineradoras negociadas na Austrália, porém, tiveram forte perdas, em meio a preocupações com a recente iniciativa da China de coibir negócios especulativos em seus mercados de futuros de commodities. Foi o caso da BHP Billiton (-3,2%), da Rio Tinto (-2,9%) e da Fortescue (-6,3%).
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