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Artigo Notícia da edição impressa de 19/04/2016. Alterada em 18/04 às 20h13min

Não à extração de areia no Guaíba

Luciene Schuch

De tempos em tempos, a secretária do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e presidente da Fepam, Ana Pellini, traz o assunto à baila, sem que nada de novo e relevante tenha acontecido em relação ao Zoneamento Ecológico-Econômico previsto na Lei nº 49.255/2012. O esforço é tamanho que chegamos a questionar se ela não estaria pessoalmente mais interessada na liberação do Guaíba à mineração do que em proteger o meio ambiente.
Ao referir-se a um estudo para a extração de areia do Lago Guaíba em andamento a ser apresentado ao Ministério Público Estadual, ela ressalta que não se trata de um zoneamento ecológico-econômico completo, mas uma "pesquisa voltada exclusivamente para a retirada de areia". Ora, esse estudo tem sido conduzido por um Grupo de Trabalho criado por portaria, o qual conta com a participação da Fepam, Sema, Comitê do Lago, Sindicato da Indústria da Mineração de Brita, Areia e Saibro do Rio Grande do Sul (Sindibritas) e ONGs, baseado-se na compilação de dados e estudos fornecidos por empresas de mineração. A mera participação do Sindibritas no estudo já indica que o mesmo não será imparcial e nem isento. É o mesmo que convidar a raposa para verificar a segurança do galinheiro!
Por outro lado, a referência à compra de um ecobatimetro pelo governo do Estado não traz nenhuma tranquilidade à população que depende direta e exclusivamente do Guaíba para o abastecimento de água. Isto porque tal equipamento não serve para a análise da poluição e contaminação da água ou do leito do Lago, sabidamente depositário de poluentes como metais pesados, e sim para análise de profundidade. A criação de novos critérios para o licenciamento da mineração no Guaíba nos parece uma tentativa de burlar toda a legislação ambiental. O Movimento Viva Guaíba se posiciona radicalmente contra todo e qualquer licenciamento, em qualquer escala, sem que o devido Zoneamento Ecológico-Econômico seja concluído por representantes previstos em lei.
Idealizadora do Movimento Viva Guaíba


COMENTÁRIOS
alexandre macedo - 22/04/2016 22h22min
Esta sra. em em casa de madeira? de palha? Areia e imprescindível,e esta mentira que espalham sobre metais pesados nao passa de mentira, pelo menos da regiao da Barra do Ribeiro ate a Lagoa dos patos, encomendamos um estudo a Pontioficia Universidade Catolica e a quantoidade de metais pesados encontrados e ínfima, o que já possui na natureza, esta campanha e por dinheiro, esta gente e financiada por uma mineradora do Jacuí que não quer concorrência. se quiserem mais informações contate-me

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