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artigo Notícia da edição impressa de 12/04/2016. Alterada em 11/04 às 20h05min

Vendilhões do Templo

Consuelo Paixão Côrtes

Na passagem bíblica, Jesus expulsa cambistas do local de oração, acusando-os de tornar o um lugar sagrado numa cova de ladrões. E nós, o que fazemos? Alguns falam na passividade do povo brasileiro. Da calma com que lemos as notícias de mais e mais problemas econômicos e sociais no País. Notícias de falta de ética e de corrupção. A política, uma atividade tão importante para a organização e administração da sociedade, atualmente é sinônimo de coisa ruim, suja, infame.
O Brasil precisa de técnicos para resolver temas técnicos, e políticos de conduta reta para as tratativas de diversas naturezas. Na Superintendência do Ministério da Agricultura do Rio Grande do Sul, o raciocínio foi inverso.
Tiraram um fiscal federal agropecuário que estava colocando a casa em dia, depois de 12 anos da última gestão, que terminou com a Polícia Federal investigando o então superintendente por desvios de mais de R$ 12 milhões. E agora, novamente, é nomeado um político, que não tem a mínima familiaridade com assuntos e lideranças do setor que segura a economia do País. Não queremos que o comando da superintendência gaúcha seja mais uma moeda de troca neste jogo que envolve pedido de impeachment e eleições municipais. Nestes seis meses em que um fiscal agropecuário esteve no comando, os resultados foram visíveis, com mais agilidade nos processos, decisões e a adequação de pessoal nas áreas prioritárias.
Desejamos que a política volte a ter o respeito da população brasileira. Mas para isso, os políticos precisam ter seriedade e comprometimento com a sociedade nas suas decisões. Os interesses pessoais ou partidários não podem ser superiores aos do coletivo.
Delegada no RS do Sindicato dos Fiscais Federais Agropecuários
 
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