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Artigo Notícia da edição impressa de 07/04/2016. Alterada em 06/04 às 19h46min

O estereótipo não tem espaço!

Raquel Liane da Silva

No sábado, dia 2 de abril, comemorou-se o Dia de Conscientização sobre Autismo. Como psicopedagoga e mãe de um menino autista de sete anos, compartilho aqui algumas certezas. Estudos mostram que, de cada 100 pessoas, uma está dentro do espectro autista, que é muito amplo, reunindo pessoas com traços autistas até pessoas com autismo severo. O problema é que quando se fala da doença, a grande maioria das pessoas, por desconhecimento, pensa no autismo clássico, aquele em que a pessoa vive distante da convivência social e tem muitos comportamentos estereotipados.
Mas nem sempre é assim. Nenhum autista é igual ao outro, são vivências, experiências e personalidades diferentes, apesar de existirem traços que auxiliam na identificação das pessoas autistas como: dificuldade de olhar nos olhos, brincadeiras repetitivas, dificuldades na aquisição da linguagem, nas interações sociais, na compreensão das regras e interesse por assuntos específicos. Uma desculpa muito usada pelas pessoas é de que elas "não sabem como lidar" com o autista. Na verdade, devemos olhar para eles como olhamos para uma pessoa comum. Com interesse, paciência e tolerância, alguns conhecimentos específicos, atendimentos profissionais adequados e apoio da família, qualquer autista se desenvolve e tem uma vida quase normal, se não normal, no futuro. O que pode ajudar muito uma criança autista a ter uma vida tranquila é a intervenção precoce. Quanto antes a criança for diagnosticada e tiver atendimento, melhor.
Muitos têm dificuldades de aprendizagem ou habilidade fora do comum, mas boa parte dos autistas têm aprendizagem igual a de qualquer outra criança. Por isso, estereótipos e preconceitos, injustificáveis sob todos os aspectos, precisam ser evitados ao tratarmos dessa doença.
Psicopedagoga clínica e diretora da Escola Cristã Reverendo Olavo Nunes
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