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América do Sul Notícia da edição impressa de 25/04/2016. Alterada em 25/04 às 07h58min

Unasul propõe criação de cidadania sul-americana

ELZA FIÚZA/ABR/JC
Samper (d) defendeu a livre movimentação de pessoas nas fronteiras

O tema proposto para guiar os debates da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) neste ano deve ser o conceito de uma cidadania sul-americana. De acordo com o proponente da pauta, o secretário-geral do bloco, Ernesto Samper, a expressão de fraternidade e solidariedade observada tanto no Equador quanto nos demais países da região após o terremoto de 7,8 graus na Escala Richter, que atingiu o país na semana passada, mostra que isso é possível.
"Que os 420 milhões de sul-americanos que vivem nestes 17 milhões de quilômetros quadrados tenham a possibilidade de movimentar-se, de circular para trabalhar, para estudar, para aposentar-se, para eleger suas autoridades. Isso nasce como uma expressão da solidariedade do povo equatoriano", afirmou Samper.
No evento realizado em Quito, no sábado, o Uruguai passou a presidência, pro tempore (por determinado tempo), da Unasul à Venezuela, representada pela chanceler Delcy Rodríguez. Após a prestação de contas realizada pelo Uruguai, Samper afirmou que a "solidariedade e a integração que tornaram possível a reunião dos chanceleres da região nasceu nas ruínas de Manta e Pedernales", os povos da costa do Equador mais afetados pelo terremoto.
O secretário-geral da entidade, formada em 2004, anunciou também a criação de um grupo coordenador das oficinas de desastres naturais dos 12 países da Unasul para canalizar a ajuda para que o Equador reconstrua as áreas destruídas pelo terremoto. "Esta ajuda tem que começar a chegar já, para que se possa não apenas salvar vidas, mas construir o futuro", ressaltou. Segundo Samper, alguns chanceleres visitarão as zonas afetadas pelos tremores para começar a planejar ações.
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