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Saúde Notícia da edição impressa de 20/04/2016. Alterada em 19/04 às 22h29min

Porto Alegre tem postos sem refrigeração para vacinas

PATRÍCIA COELHO/PMPA/JC
Distribuição dos dois primeiros lotes da vacina foi feita nesta semana

Jessica Gustafson

A campanha de vacinação dos grupos prioritários contra a gripe se inicia na próxima segunda-feira no Estado. Na Capital, a estimativa é vacinar 500 mil pessoas até o dia 20 de maio. A distribuição dos dois primeiros lotes, representando cerca de 207 mil doses, já foi distribuída nesta semana aos postos da cidade. A antecipação em relação ao início no País, marcado para o dia 30, acontece pela confirmação de casos de infecção pelo vírus H1N1 no Estado.
Vânia Maria Frantz, coordenadora da Atenção Básica da Secretaria Municipal da Saúde, diz que a lista de todos os postos que oferecerão as doses ainda será publicada. Segundo ela, cerca de 90% da população deve encontrar as vacinas trivalentes (contendo os antígenos de duas cepas do tipo A e uma do B) nas suas unidades de referência.
Os 10% restantes precisarão procurar outros postos, pois existem locais que não possuem refrigeração para conservar as vacinas. No ano passado, este foi um problema detectado na campanha e criticado por usuários do sistema que procuraram algumas unidades e não conseguiram se vacinar.
"Temos poucos postos, todos pequenos, que não possuem refrigeração, mas que têm proximidade de 500 metros com outras unidades. A situação está melhor do que a do ano passado. No dia 30 de abril, que será o dia D da vacinação, todos os postos estarão vacinando. Nós utilizaremos caixas térmicas com termostato em todos os locais que não possuem refrigeração. Esse tipo de recipiente pode ser utilizado só nesta situação, pois não conserva as vacinas de um dia para o outro", explica ela.
As doses já estão sendo aplicadas em idosos que vivem em instituições de longa permanência ou em pessoas que estão acamadas nas suas residências. Entre os residentes em lares de idosos, a imunização reduz o risco de pneumonia em aproximadamente 60% e o risco de hospitalização e morte em cerca de 50% a 68%, respectivamente. Para os outros grupos, a proteção, que dura aproximadamente um ano, pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias, e de 39% a 75% a mortalidade.
Os grupos prioritários para vacinação são constituídos por crianças entre seis meses e cinco anos, gestantes, mulheres que tiveram bebê há menos de 45 dias, trabalhadores em saúde, indígenas, pessoas com mais de 60 anos, portadores de doenças crônicas, além de apenados e jovens e adolescentes privados de liberdade que cumprem medidas socioeducativas em unidades da Fase.

Estado confirma o 11º caso de morte por H1N1 neste ano


O Rio Grande do Sul confirmou ontem o 11º caso de morte pelo vírus H1N1 desde o começo do ano. A vítima foi uma mulher de 53 anos, de Tucunduva, na região Noroeste. De acordo com a prefeitura do município, ela ficou internada por dois dias, mas os sintomas se agravaram e foi transferida para Santa Rosa, onde faleceu no dia 14.
É o segundo caso na região - uma menina de um ano de idade morreu no dia 8 de abril, também em Santa Rosa. A primeira morte por gripe A deste ano foi registrada no dia 30 de março, em Porto Alegre. De lá para cá, foram registrados óbitos em Flores da Cunha, Arroio do Sal, Uruguaiana, Frederico Westphalen, Novo Hamburgo e Erechim. A Secretaria Estadual da Saúde divulgará mais detalhes na próxima sexta-feira.
Em âmbito nacional, os casos de mortes aumentaram 50% em uma semana. Segundo o Ministério da Saúde, 153 pessoas faleceram devido às complicações provocadas pelo vírus. No balanço da semana passada, eram 102 óbitos. Além disso, no mesmo período, o número de pacientes infectados subiu de 686 para 1.012, o equivalente a 47%.
O crescimento de casos foi registrado em todo o País. A região Sudeste segue com o maior número de pacientes, com 758 casos notificados. Na região Sul, são 133 casos de H1N1 - 95% a mais do que o identificado na semana passada, quando 68 infecções haviam sido contabilizadas.
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A medida ocorre após a presidente Dilma Rousseff (PT) sancionar a lei que autoriza o uso da substância no tratamento de pacientes com câncer, mesmo após recomendação contrária de órgãos do governo, como o Ministério da Saúde e a própria Anvisa

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